domingo, 19 de agosto de 2018

Querer agradar

Como você precisa ser para gostarem de você? Quanto você precisa demonstrar serviço para ser reconhecido? 

Querer agradar é diferente de praticar o bem. Enquanto o primeiro é apenas uma relação entre egos, o segundo é um direcionamento da alma. 

Querer agradar é se colocar como dependente da aprovação alheia. É a necessidade de se sentir aceito, apreciado, correspondido, buscando no outro aquilo que deveria ser nossa própria responsabilidade para conosco. 

Querer agradar é manipular, é usar de artimanhas para manter alguém próximo ou sob sua influência, em busca de alguma resposta ou resultado esperado, seja ele consciente ou inconsciente. É não permitir que o outro escolha por si mesmo aquilo que pensa e sente por você. 

É uma característica de quem quer agradar viver imerso em culpas e medos, preocupando-se com as opiniões alheias, prendendo-se a padrões de comportamento premeditados e a condicionamentos que não o permitem ser quem verdadeiramente é. 

Quem precisa ser aceito, aprovado ou correspondido pelos outros está longe de sua verdadeira liberdade e autorrealização. Ao contrário, está se prendendo a crenças limitantes e inferiorizantes sobre si e utilizando de jogos emocionais para compensar esta falta de autoapoio. 

A falta de amor próprio, autoaprovação e autoaceitação prende-nos em inseguranças, reduzindo nossa iniciativa e disposição em viver a liberdade e assumir a responsabilidade por nós mesmos, o que também bloqueia nossa criatividade e real expressão. 

O AMOR PRÓPRIO é solução para esta limitação. Quem se ama, se aceita e se permite ser quem verdadeiramente é. 

Apenas quem ama a si mesmo é capaz de verdadeiramente amar ao próximo, permitindo que o outro seja livre para fazer suas próprias escolhas e seguir seus próprios caminhos. 

Paradoxalmente, quem ama a si mesmo sem preocupar-se em agradar, é quem acaba agradando mais. 

Namastê. 

Rodrigo Durante. 

Na Nova Terra... 

Nos dedicamos a ajudar as pessoas a transformarem suas vidas e expandirem suas consciências em equilíbrio, com técnicas de alinhamento espiritual e energético. Auxiliamos aqueles que pretendem viver segundo os princípios ascensionados da quinta e sétima dimensão, libertando-se das limitações e dificuldades da terceira e quarta dimensão. Todo conhecimento e sabedoria que adquirimos comprovamos em nossa própria vida e passamos adiante para que todos se beneficiem. Convido todos a lerem meu site, é http://www.nanovaterra.com.br

Sou facilitador do workshop de Meditação Transformadora, Alta Magia, Terapia Multidimensional e do workshop de Access Bars; idealizador, co-criador e facilitador do workshop de Cura Espiritual através dos Elohin da Criação. Praticante de TRF – Transmissão de Retorno à Fonte, Alta Magia, Reiki, Cura Eletrônica, Florais de Saint Germain, Terapia Multidimensional, Barras de Access e Cura Espiritual. Autor do livro “Vivendo o Despertar: da inconsciência e limitação para a plenitude do ser”. Tenho diversos artigos sobre consciência e autoconhecimento publicados no Brasil e no exterior. Atendo frequentemente clientes de todo o Brasil e de outros países como Austrália, Inglaterra, Portugal, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Estados Unidos, Guatemala, Costa Rica, Chile e Japão. Estou sempre à disposição para atendê-los! 

Para esclarecer dúvidas e marcar cursos e atendimentos, por favor entre em contato pelo paz@nanovaterra.com.br

Gratidão!

terça-feira, 31 de julho de 2018

Além do Despertar

Deixa eu ver se entendi bem, você sente que já viu e já fez de tudo, trata-se constantemente e não percebe o quanto sua vida já mudou? Será que você não está recriando dificuldades que sua alma não precisa mais passar? Por que você está escolhendo isso? 

É muito comum aos que estão buscando a ascensão da consciência se depararem com questionamentos deste tipo. Chega um momento em que já passamos por inúmeras curas e transformações interiores, porém externamente tudo parece a mesma coisa. Mesmo nos sentindo mais leves e em paz, as dificuldades e limitações continuam as mesmas. 

Isto pode ocorrer devido principalmente a dois fatores. O primeiro são as antigas expectativas e metas que mantemos como o foco, o motivo ou mesmo como o prêmio para todo esforço que fazemos no caminho de nossa transformação. Buscamos a ascensão apenas para conseguir finalmente termos e vivemos tudo aquilo que imaginávamos que era o objetivo da nossa vida, o que representaria o sucesso e a recompensa por uma vida bem vivida ou o propósito de estar encarnado no plano material. Mantemos estes sonhos como estímulo para nosso dia-a-dia, não abrindo mão deles e despendendo de quantidades enormes de energia na busca por esta realização. Isto não só nos prende na dependência ilusória por algo externo para estarmos bem como gera constantes oscilações em nosso estado vibratório devido às frustrações e ansiedades que nos tira da plenitude do momento presente. 

O segundo fator principal é que tudo nesta nova frequência ainda parece novo para nós. Nossa mente com suas matrizes ainda é muito atuante no nosso modo de funcionamento na vida e ainda não compreendeu como funcionar melhor, permitindo ao invés de controlar, aceitando ao invés de bloquear e, finalmente, se alinhando ao invés de se esforçar. Para tanto, é preciso compreender algo sobre como operamos em nossa realidade, como criamos, atraímos ou manifestamos nossa vida e, principalmente, como lidamos com ela. 

As emoções definem o ambiente onde construímos nossa identidade, são os ingredientes da nossa personalidade. Elas agem como os nutrientes, o adubo onde plantamos e colhemos todas as experiências de nossas vidas. É o nosso ambiente emocional que determina o que é possível e o que não é possível em nossa vida, que tipo de experiências e manifestações estão disponíveis para nós. 

Assim, tudo o que pensamos, desejamos e imaginamos é diretamente influenciado, senão determinado, pelo teor e equilíbrio no nosso ambiente emocional. A “dosagem” e balanceamento emocional de cada um é o que nos diferencia, atribuindo a cada indivíduo características únicas e especiais. Esta diferença é a nossa beleza, é o que faz cada um ser bonito à sua própria maneira. Somos como flores, uma diferente da outra, formando um lindo jardim. 

Quando o solo está árido e ácido, por exemplo, a vegetação que brota espontaneamente tem aparência mais austera, com folhas pontiagudas, às vezes espinhos. Em um solo bem hidratado, neutro ou mais alcalino, as plantas são mais arredondadas, harmoniosas e delicadas, além de mais abundantes. 

O mesmo acontece conosco através do ambiente emocional que cultivamos. Medo, raivas, tristezas, culpa, vergonha, ressentimentos, esperanças mórbidas etc. são propícios para criações mentais limitantes, pontos de vista e julgamentos inferiorizantes e, consequentemente, tudo o que ocorre conosco nos faz perpetuar nestas frequências de perdas, dificuldades, frustrações, insegurança, ansiedade, preocupações, tédio, desamparo, desespero etc. 

Por outro lado, se cuidamos do nosso ambiente emocional cultivando emoções como o amor próprio, a aceitação, a autoconfiança, a alegria etc., nossas criações mentais serão neste nível, assim como as manifestações e experiências que teremos em nossa vida. 

Assim, da mesma forma que cuidamos do solo para que nossas sementes cresçam e frutifiquem como esperamos, é preciso darmos atenção constante ao nosso ambiente emocional. A passagem de um estado de total ignorância deste ambiente emocional de modo que apenas reagimos aos fatos da vida sonhando com algo melhor para um estado de total consciência de nós mesmos, de nossa natureza Divina e de nossa capacidade de escolha é o que chamo de Despertar. 

O despertar pode ter várias interpretações. O ateu que teve uma experiência que atribuiu a Deus chama isso de despertar, assim como o cético que virou cristão, o católico que virou espírita, o fracassado que passou a acreditar em si e fazer sucesso, o deprimido que aprendeu a se amar, o acomodado que resolveu mudar de vida etc. Tudo é exemplo de algum tipo de despertar. No meu caso, relaciono o Despertar com a mudança de nível de consciência onde passamos a perceber quem está verdadeiramente no comando de nossas vidas e o que está por trás dos acontecimentos, quando nos desprendemos de todos os sistemas de crença e passamos a funcionar na vida de modo mais amoroso, pacífico, livre e em perfeita aceitação do momento presente, cientes de nosso papel e relação com tudo o que há. Assim como nos exemplos anteriores, isto é perfeitamente possível, além de essencial para sairmos do vitimismo e assumirmos quem verdadeiramente somos, livres das ilusões, programações, aparências e obrigações cujas origens já se perderam de vista. 

Quando ainda estamos identificados com o personagem que acreditamos que somos, as situações e acontecimentos da vida estão sempre exigindo algo de nós, nos desequilibrando, alimentando reações que fazem parecer que a vida é uma sucessão infinita de desafios, lutas e dificuldades, onde precisamos sempre superar a concorrência, conquistarmos algo ou alguém para sermos felizes e nos darmos bem. Sempre há algo que não temos ou não somos que dificulta as coisas, sempre há algo que precisamos para melhorar tudo, com muitas expectativas nossas e dos outros para corresponder. 

Quando Despertamos para quem verdadeiramente somos, estes valores mudam completamente. Um senso de paz eterna começa a surgir enquanto compreendemos que não importa mais o mundo lá fora, é nossa consciência e como lidamos com tudo que conta. Dependendo das circunstâncias deste Despertar e do propósito de nossa alma, passamos ainda algum tempo lidando com antigas energias que cultivamos e com colheitas do que previamente plantamos e, assim, as situações que a vida nos traz podem ainda “cutucar” em alguma ferida escondida ou drama antigo que traz à tona toda a energia de nossos aspectos de personalidade que ainda não se elevaram. A sensação é de termos descido ao nosso inferno pessoal, onde todas as dificuldades, inseguranças, ressentimentos e limitações de outrora mostram-se ainda vivos e participantes de nossa realidade atual. A diferença, neste caso, é que agora sabemos que não estamos presos naquela situação, que não somos vítimas de nada nem de ninguém, que não adianta mais acusar os outros, nossa história, Deus e a vida pelos nossos infortúnios e, principalmente, sabemos que toda esta densidade que nos envolveu não vem de nenhuma pessoa, situação ou lugar senão do nosso próprio universo interior. Isto nada mais é do que um aspecto da nossa antiga personalidade se apresentando para ser reconhecido, amado, curado e integrado em nosso ser. 

É assim que nos unificamos, nos tornamos “unos” com todas as partes do nosso ser. Os antigos aspectos quando percebidos e aceitos com compaixão são aos poucos dissolvidos e suas realidades tornam-se luz. Os vazios dos espaços que eles ocupavam são preenchidos com amor, consciência, energia, essência e informação de nossa própria Divindade, a Fonte Espiritual do universo de cada um. 

Por isso o cultivo do nosso ambiente emocional é tão importante, pois cada aspecto de nossa personalidade foi criado à partir de um ambiente diferente. Na prática, estes aspectos representam diferentes desejos, expectativas, sonhos e as diversas maneiras que lidamos com as diferentes situações e acontecimentos de nossa vida. São diferentes “Eus”, cada um com seus pontos de vista sobre si, a vida e os outros no que diz respeito ao assunto para o qual foram criados e programados para lidar. São entidades que nós mesmos criamos, programamos, alimentamos e que habitarão dentro de nós até as reconhecermos como o que verdadeiramente são, nada mais que um conjunto de ideias profundamente enraizadas dotadas de alguma energia e autoridade em nossas vidas que foi concedida por nós mesmos. 

É importante percebermos quando estamos agindo à partir de um aspecto de personalidade ou quando estamos centrados em nosso ser. O aspecto é sempre limitado, não vê alternativas diferentes para solucionar seus desafios, possui pontos de vista fixos sobre tudo, vive em um universo rígido e com escassez de possibilidades, compara-se e tira suas informações sempre de fora e tem muita dificuldade em olhar para dentro, é reativo ao invés de criativo e tem muita dificuldade e pouca vontade de mudar. O aspecto sempre diz “eu sou assim, a vida é assim, tenho que fazer isso para conseguir aquilo etc”, ou seja, é cheio de estruturas, opiniões, julgamentos, pontos de vista, programações e conclusões. 

Já quando estamos centrados em nosso coração, que é o centro da consciência de nossa alma, sabemos que todo rótulo e rigidez não passam de simples ideias em nossa cabeça. Passamos a maior parte do tempo em um estado de “contemplação ativa”, observando a nós mesmos enquanto experienciamos o momento presente da maneira que ele se desenrola, sem necessidade de controlar, comparar ou expectativas quanto ao que “deveria ser”. É pura aceitação e escolha. Sabemos que o amanhã não existe, que tudo o que existe é o aqui e agora. O próximo momento é o mistério, o infinito, um universo de possibilidades. 

Nas situações onde ocorrem estes encontros com nós mesmos, a sensação de um ser Desperto quando depara-se com um antigo aspecto de personalidade é a de estar sendo envolvido espiritualmente por um poderoso obsessor, uma força que tem todas as ligações com nossos corpos inferiores e mecanismos sensoriais, buscando controlar o centro do nosso livre arbítrio e agir em nosso lugar, atraindo nossa consciência para o nível de onde ele opera. Nossa paz é abalada e nossa clareza e discernimento vai aos poucos se limitando aos do aspecto, restringindo nosso universo a um nível mínimo de possibilidades, que é o que o aspecto vê. 

Quem ainda está inconsciente de si não faz nem ideia das forças que o controlam, envolvido que está em seus problemas, metas e filosofias de vida. Mas para o ser Desperto, apenas o coração é real e a única verdade é a de sua própria alma. No coração, sabemos que somos os únicos criadores de nossa própria vida e que a criamos à cada momento, conscientes das infinitas possibilidades e escolhendo, ao invés de reagindo, como preferimos nos sentir e lidar com cada situação que a vida nos traz. 

Diferente dos aspectos, o desapego do Desperto aumenta na medida em que se torna independente das circunstâncias externas para estar bem. A alma como o centro da nossa atenção é o oposto do materialismo explícito ou disfarçado onde os aspectos de personalidade prevalecem. Quando Despertos, percebemos na prática que é equilibrando o interno que o externo se resolve, que não temos controle nenhum sobre a vida, mas apenas sobre nós mesmos. Nós somos a Fonte, o Divino Criador do nosso universo. Não é o governo, a religião, o emprego, o dinheiro, a aparência, o intelecto, a família ou o chefe. E quanto mais profundamente compreendermos isso, mais rápido e fácil este Despertar será. 

Se desejamos uma vida plena e bem aproveitada, devemos estar presentes e conscientes para viver o aqui e agora em total aceitação e entrega, sem preocupações com a opinião alheia, sem expectativas e comparações, buscando as respostas e direcionamento em nosso próprio coração. Se desejamos um futuro com mais facilidades, riquezas, liberdade, segurança e alegrias, devemos encontrar isso neste exato momento seja qual for a situação e as condições que experienciamos agora. Fazemos isso através de nossas escolhas e a primeira delas é como encarar e viver cada situação. Nada na vida e 100% negativo, sempre há algo bom a perceber, aprender e agradecer. 

Nossos aspectos, dentro de seu universo limitado, sempre acreditam que sabem qual é a melhor solução para tudo, seja o emprego perfeito, o relacionamento perfeito, a casa perfeita, a conta bancária perfeita, o corpo perfeito etc. Porém para nossa alma as soluções são um pouco diferentes. A liberdade que a personalidade busca que é ter ou fazer o que bem entender, para a alma é poder escolher à cada momento como prefere vivê-lo, mas sem necessidade de mudar ou controlar nada. A riqueza, por sua vez, não é possuir muito dinheiro ou bens materiais, mas reconhecer que temos o que precisamos para vivermos este exato momento em sua plenitude e sermos gratos por isso, além de reconhecermos a bênção que é a vida e toda a generosidade do universo. A segurança não é nos precavermos com controles e garantias de que nada saia diferente do planejado, mas saber que somos a Fonte de tudo e que tudo o que enfrentamos é apenas um reflexo de nós mesmos. A autoestima não é cuidar da aparência buscando o corpo perfeito e vestindo-se na moda, mas amar-se e aceitar-se incondicionalmente do jeito que se é. A alegria não é uma reação a uma expectativa correspondida ou um desejo realizado, mas a vibração do próprio ser, da própria existência em um corpo, percebida quando há total entrega ao momento presente. Estes são os alinhamentos internos que transformam o mundo externo. 

Olhar para si então é um hábito que deve ser cultivado com urgência e determinação. É o que separa aqueles que são espiritualmente maduros e com verdadeira capacidade de usar seu livre arbítrio daqueles que passarão suas encarnações dependendo das circunstâncias para estarem bem, reagindo ao invés de escolher, submetendo-se ao mundo dos outros ao invés de criar o seu, desejando inconsciência, milagres ou fórmulas mágicas para resolverem suas vidas, buscando religiões, sistemas de crença e grupos de pessoas afins para sentirem-se plenos, certos e aceitos, confinados ao limitado e tenebroso universo que suas mentes mal adubadas é capaz de conceber. 

Perceba-se. Vá mais fundo. O que você está sentindo? Aprenda a lidar com suas emoções. Não tenha medo, nada é vergonhoso, culposo ou tão assustador assim. Em uma dosagem ou outra, os ingredientes são os mesmos, todos temos as mesmas emoções para lidar e aprendizados para passar. Esconder algo de si com fugas, remédios, vícios ou dizendo que você está assim por causa de alguma história, circunstância ou alguém não é uma atitude madura a tomar. Se você quer mudar sua vida e ser verdadeiramente livre, é necessário superar este aprisionamento inicial e escolher uma maneira melhor de lidar consigo, algo que te aproxime mais e mais de como você prefere se sentir. 

Lembre-se de que cada um é a Fonte de tudo o que ocorre em sua própria vida, o centro de seu universo, o personagem principal da história que escolhemos viver. Os outros são apenas coadjuvantes que nos mostram como estamos vibrando à cada momento. Não existe apenas um caminho certo. Para a alma, não há regras ou obrigações. Cada um é o que é, cada um tem sua própria verdade. 

O lugar é aqui, o momento é agora. O que você precisa acreditar para estar bem? Escolha! 

Namastê. 

Rodrigo Durante

Na Nova Terra... 

Nos dedicamos a ajudar as pessoas a transformarem suas vidas e expandirem suas consciências em equilíbrio, com técnicas de alinhamento espiritual e energético. Auxiliamos aqueles que pretendem viver segundo os princípios ascensionados da quinta e sétima dimensão, libertando-se das limitações e dificuldades da terceira e quarta dimensão. Todo conhecimento e sabedoria que adquirimos comprovamos em nossa própria vida e passamos adiante para que todos se beneficiem. Convido todos a lerem meu site, é http://www.nanovaterra.com.br

Sou facilitador do workshop de Meditação Transformadora, Alta Magia, Terapia Multidimensional e do workshop de Access Bars; idealizador, co-criador e facilitador do workshop de Cura Espiritual através dos Elohin da Criação. Praticante de TRF – Transmissão de Retorno à Fonte, Alta Magia, Reiki, Cura Eletrônica, Florais de Saint Germain, Terapia Multidimensional, Barras de Access e Cura Espiritual. Autor do livro “Vivendo o Despertar: da inconsciência e limitação para a plenitude do ser”. Tenho diversos artigos sobre consciência e autoconhecimento publicados no Brasil e no exterior. Atendo frequentemente clientes de todo o Brasil e de outros países como Austrália, Inglaterra, Portugal, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Estados Unidos, Guatemala, Costa Rica, Chile e Japão. Estou sempre à disposição para atendê-los! 

Para esclarecer dúvidas e marcar cursos e atendimentos, por favor entre em contato pelo paz@nanovaterra.com.br

Gratidão!

terça-feira, 10 de julho de 2018

Lidando com as oscilações em nosso caminho

É uma característica padrão do ser humano buscar ou ao menos sonhar com algo que solucionará todos seus problemas e tornará sua vida mais fácil. O grande prêmio que resolve nossa vida financeira, a companhia perfeita que amaremos até que a morte nos separe, o emprego perfeito, a verdade máxima da vida que nos libertará. 

No entanto, esquecemos de uma das características mais fundamentais da vida neste plano que é a impermanência, vivemos em um estado de constante mudança. O que isso significa na prática? 

Significa que se há estabilidade baseada em apoios externos, também há resistência à mudança. Significa que quem não se abre para assimilar as mudanças e não busca a melhor postura para lidar com o que vier, está na verdade limitando seu universo. Quem não amadurece, fica para trás. Quem não evolui, cria inconsciência e sofrimento para si e para todos. 

Na vida, é preciso se adaptar à cada momento, buscar mais entendimento, novos pontos de vista, novas maneiras de lidar consigo mesmo e com o mundo. Nem o ser mais iluminado pode se abster de práticas constantes de auto-observação e elevação da consciência, de destruição de suas expectativas e de abertura para mais aceitação do momento presente, de liberação dos padrões mentais que se cristalizam à cada instante e de atualização das funcionalidades de seu ser. 

Existe um mecanismo mental oculto muito presente em todos nós, que é a busca por recompensas. Tudo o que fazemos, o fazemos por algum motivo, por algo que queremos em troca. Pouco ou muito, modesto ou arrojado, não importa. Mesmo quem está no caminho da espiritualidade e elevação da consciência não está isento deste estabelecimento de metas. Estes buscam as chaves dos céus ou a iluminação. É comum também nestes meios ouvirmos alguém dizer “me trato deste padrão há tanto tempo, já não aguento mais”, lamentando-se de alguma dificuldade que enfrenta na vida. 

Por esta razão digo que a maior causa das oscilações de humor e de estado de espírito que enfrentamos em nosso dia a dia é a constante comparação de onde estamos com onde gostaríamos de estar, daquilo que temos com o que gostaríamos de receber. Se pudermos perceber neste hábito também este mecanismo de busca por recompensas, será muito mais fácil nos desvencilharmos das expectativas ilusórias criadas e nos equilibrarmos na realidade presente. 

Acostumamo-nos a viver a partir de regras, deveres e buscas totalmente criadas por nós mesmos, pela nossa imaginação. Nos obrigamos a ser de um jeito e não de outro, a conquistar certas coisas e a evitar outras. Chegamos a um ponto em que tudo na vida tem já uma crença popular, um julgamento, uma rotulação embutida. Dessa forma nos distanciamos da vida real e vivemos cada vez mais uma vida mental, imaginária, totalmente a partir das imagens e rotulações que fazemos de nós mesmos, de tudo e de todos. E é exatamente no imaginário que estão as dificuldades e as maiores oscilações. 

A vida real começa a ser melhor percebida não quando estamos fazendo algo específico ou atingimos algum resultado, mas quando estamos totalmente presentes, lidando da melhor maneira possível com qualquer seja a situação que o universo nos traz. 

Para melhor aproveitar cada momento, podemos nos perguntar “qual a melhor maneira de lidar com esta situação? Como posso me sentir melhor agora sobre isso?” e observar antes de agir. Se nossa motivação, nosso impulso vem do amor, da confiança, do altruísmo e da sabedoria interior, estamos vivendo em alinhamento com nosso Eu Superior. Mas se o que mais influencia nossas ações e decisões são preocupações, comparações, medos e maquinações mentais, estamos ainda presos em nossa personalidade, nosso ego. 

Nosso centro de decisão tem então seu equilíbrio no centro de uma escala vertical oscilante entre Eu Superior e ego e de uma escala horizontal oscilante entre passado e futuro. Mas é apenas e exatamente no momento presente e na neutralidade do observador que podemos nos conhecer melhor e a partir de onde exercemos nosso livre arbítrio. 

Este ponto de equilíbrio deveria ser nossa única busca, pois é o único lugar de onde podemos viver a “vida real”. Oscilações no tempo nos prendem na ilusão. Reações baseadas no ego nos prendem na ignorância. Tendências a nos mantermos apenas no espiritual (Eu Superior) criam arrogância e rejeições à matéria. O observador totalmente presente é a única solução, é onde está a paz, a segurança, a confiança e o verdadeiro amor. 

A percepção da vida real se revela a quem aprende a aceitar, ao que para de comparar e julgar, ao que se liberta dos mecanismos mentais e sistemas de crença, ao que sabe ver, ouvir e escolher. Até lá, o imaginário será o nosso senhor e dele virão todas as armadilhas que nos prendem nas oscilações emocionais, nos controles e manipulações. 

A prática é eterna, não podem haver tréguas. Se a impermanência da vida é o que revela mais e mais de quem somos, a constância é o que nos aproxima da perfeição. 

Viva o presente! 

Namastê! 

Rodrigo Durante. 

Na Nova Terra... 

Nos dedicamos a ajudar as pessoas a transformarem suas vidas e expandirem suas consciências em equilíbrio, com técnicas de alinhamento espiritual e energético. Auxiliamos aqueles que pretendem viver segundo os princípios ascensionados da quinta e sétima dimensão, libertando-se das limitações e dificuldades da terceira e quarta dimensão. Todo conhecimento e sabedoria que adquirimos comprovamos em nossa própria vida e passamos adiante para que todos se beneficiem. Convido todos a lerem meu site, é http://www.nanovaterra.com.br. 

Sou facilitador do workshop de Meditação Transformadora, Alta Magia, Terapia Multidimensional e do workshop de Access Bars; idealizador, co-criador e facilitador do workshop de Cura Espiritual através dos Elohin da Criação. Praticante de TRF – Transmissão de Retorno à Fonte, Alta Magia, Reiki, Cura Eletrônica, Florais de Saint Germain, Terapia Multidimensional, Barras de Access e Cura Espiritual. Autor do livro “Vivendo o Despertar: da inconsciência e limitação para a plenitude do ser”. Tenho diversos artigos sobre consciência e autoconhecimento publicados no Brasil e no exterior. Atendo frequentemente clientes de todo o Brasil e de outros países como Austrália, Inglaterra, Portugal, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Estados Unidos, Guatemala, Costa Rica, Chile e Japão. Estou sempre à disposição para atendê-los! 

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Compreendendo e libertando-se dos vícios

Imagem de Philippe Huguen-AFP-Getty Images
Introdução

Não há eufemismos para amenizar o fato de que toda substância externa usada para atingir alguma alteração interna seja uma droga. Para curar doenças, diminuir os efeitos de algum desequilíbrio psicológico, suprir carências ou alterar algum estado de consciência, tanto as substâncias ilícitas quanto as prescritas pelo médico, espiritualmente podem ter os mesmos efeitos alienantes. Em todos os casos, o uso contínuo de alguma substância sempre tem uma característica de limitar a consciência de quem usa. 

As manifestações desagradáveis do físico (aqui incluem-se as doenças) não são nada além de desequilíbrios psicológicos e espirituais, questões que com mais consciência simplesmente não existiriam. Então, antes de prosseguirmos, deixo claro que não estou incentivando ninguém a abandonar seu remédio ou qualquer outro tratamento médico, mas sim que busquemos conhecer mais sobre as causas metafísicas das dificuldades que enfrentamos. Isso pode nos ajudar a nos curarmos ou nos equilibrarmos com mais facilidade.

Existem casos de doutrinas religiosas onde algumas substâncias são vistas como “portais para mais percepção”, porém elas trazem somente um outro ponto de vista (desta ou de outra dimensão) sobre algum assunto, quando a verdadeira consciência e busca interior resolveria aquela questão sem a necessidade de droga alguma. Todos somos portadores de ferramentas necessárias para realizar nosso propósito divino, não necessitando de acessórios deste tipo. A prova disso é que não há registros de nenhum ser humano que se iluminou através disso. Ao contrário, há muitos e muitos casos de pessoas que fizeram uso destas substâncias por décadas e não perceberam um grande avanço em sua consciência.

Para evoluirmos um pouco o uso deste termo, podemos então entender como vício algum hábito ou substância mantenedor da inconsciência em nossas vidas. Sendo assim, até o exercício físico e a meditação podem ser considerados vícios, se estes representarem algum preenchimento psicológico patogênico ou necessidade de se fugir de alguma realidade. Há pessoas que fogem da vida material dedicando-se apenas ao espiritual. Há os que usam da pregação das regras morais de sua época para encobrir suas frustrações e desejos reprimidos. Há aqueles que fogem de um contato mais profundo com as causas de sua insegurança e baixa auto-estima dedicando-se ao culto da aparência do corpo físico. Há também, é claro, os que usam as drogas para medicarem suas insatisfações e desequilíbrios.

Portanto, nunca olhemos para um dependente de algum hábito ou substância com julgamento pois, nestes termos, certamente todos já usamos de muitas fugas em nossas vidas. Para nos aprofundarmos um pouco mais no tema “drogas”, é preciso antes de mais nada deixarmos de lado os antigos rótulos e olhar para a questão a partir de dois pontos de vista principais: o da própria substância, que não passa de um remédio e o do usuário, que é quem precisa de mais consciência para encontrar um caminho melhor. 

Conhecimento necessário

De fácil acesso e prometendo algo diferente, as drogas ocupam um espaço importante na vida de muitas pessoas.

Ao contrário do que parece para quem usa, as drogas (e aqui incluo também os remédios) são extremamente prejudiciais não só para o corpo físico, mas também para o ser. Mesmo que a ciência veja benefícios em algumas substâncias, ela não tem ainda condições de analisar os fatos de uma perspectiva vibracional superior. As drogas favorecem a inconsciência prendendo seus usuários em padrões recorrentes de insatisfação e desequilíbrio que são importantes para os seres trevosos que as sustentam, pois eles se alimentam destas energias. Você pode usar algo que te traga alívio ou alegria e por isso acredite que isso te faça bem, mas isso não é verdadeiro, pois esta percepção alterada da realidade causa uma inversão de polaridades energéticas em sua vida que traz consequências ruins em diversas áreas como em seus relacionamentos, em sua profissão, em sua prosperidade e, principalmente, no modo de ver a vida e naquilo que você é capaz de produzir e realizar. Em outras palavras, usando drogas você sempre estará funcionando muito abaixo do nível vibratório e de consciência que poderia estar. Sempre, mesmo no auge do efeito de alguma substância, estará muito abaixo do êxtase de sua autorrealização.

Nosso corpo é dotado de mecanismos autorreguladores capazes de se equilibrar e de se curar sozinho. Precisamos apenas aprender a nos relacionarmos melhor com ele. Da mesma forma, precisamos dar mais atenção à nossa alma e ouvir mais nosso coração. O equilíbrio do corpo-mente-espírito garante uma vida saudável e feliz, muito além do que somos capazes de imaginar. 

Infelizmente a espiritualidade ainda não é compreendida pelo homem que, principalmente no ocidente, associou-a a religiões. Devido a muitas encarnações na rigidez religiosa, os dogmas servem de gatilho para sensações desagradáveis e muita rejeição de algumas pessoas, o que acaba afastando-as da busca pelo equilíbrio entre corpo-mente-espírito. A verdadeira espiritualidade está além de qualquer filosofia religiosa, pois refere-se pura e simplesmente à nossa interiorização e resgate dos valores do ser. É a autopercepção que gera o autoconhecimento, que posto em prática traz o equilíbrio e alinhamento internos que trazem nossa felicidade e realização.

Da maneira que nossa sociedade evoluiu, acabamos nos viciando em certas emoções. Nós acreditamos que o certo é sentirmos uma coisa e não outra e, assim, somos incentivados a buscar esta coisa com todas as nossas forças. Com o tempo, o centro de nossa consciência baixou para o nível das emoções e a partir delas criamos nossa identidade, aquele que acreditamos que somos. Então hoje, tudo que que vivenciamos passa pelo filtro do emocional. É através das emoções que percebemos, julgamos e rotulamos tudo e todos. Em um próximo momento da nossa humanidade, nosso ponto-focal, o centro de nossa consciência, estará acima do emocional e as emoções não serão nada além de sensações químicas características apenas da experiência terrena. Elas virão e irão com a mesma facilidade, sem nos apegarmos a nenhuma delas. Estamos aos poucos elevando nossa consciência do ego ao coração. O coração funciona em amor incondicional, o que significa aceitação sem julgamentos. Por enquanto, a vida baseada nas emoções ainda depende de julgamentos.

Neste sentido, o que leva as pessoas a procurarem alívio ou acesso a diferentes formas de sentir a vida através de substâncias naturais ou químicas varia de acordo com a necessidade de cada um. Porém percebo um padrão comum entre todos os usuários: uma sensibilidade emocional reprimida, elevadas expectativas frustradas quanto a si mesmo, à família e a vida, alto nível de autocobrança chegando a um excesso de rigidez e até tirania consigo próprio, dificuldade de se adequar ao que é exigido dele, de se adaptar a mudanças, de se expressar a partir do coração e ser quem verdadeiramente é.

Muitas almas encarnadas são já espíritos sábios que estão aqui apenas para equilibrar energias, perdoar, ser perdoado ou mesmo aprender a lidar melhor com o plano material. Muitos destes usam drogas como forma de automedicação, buscando os ajustes necessários para viver um pouco melhor nos momentos ou assuntos onde sentem mais dificuldade de lidar com as poucas ferramentas e capacidades que conhecem.

As drogas entram cedo na vida das pessoas, geralmente na adolescência, pois é um momento onde o propósito de vida de cada um começa a aflorar e é quando temos mais dificuldade em encontrar nosso caminho dentro do mundo que foi apresentado para nós por nossa família, escola e sociedade em geral.

Como planeta, ou melhor, como raça humana, estamos caminhando para um Despertar da Consciência geral, mas enquanto isso não acontece, os conflitos de geração sempre existirão. Sendo assim, a família é um dos principais aliados que poderiam ajudar aos “encarnantes recém-chegados” a se adaptarem ao mundo de forma mais suave, desenvolvendo sua autoconfiança e seus próprios valores sem comparações com outras pessoas e modelos de perfeição.

O Despertar da Consciência trará a muitos a libertação que buscam, embora muitas descobertas neste caminho podem ser, no começo, um pouco chocantes para a mentalidade tão padronizada que arrastamos até hoje. Sabemos bem que no tempo dos nossos avós era diferente e, por isso, temos a ilusão de que mudamos em algo. Porém esta mudança não é tão grande como pensamos, pois mudamos as peças e aparências mas ainda jogamos o mesmo jogo, ainda seguimos as mesmas regras ou, em outras palavras, ainda estamos presos na mesma matriz.

Para os espíritos que entram aqui, este choque do impulso do cumprimento de seu propósito divino e verdadeira expressão de seu ser com o aprisionamento da matriz que nos é imposto pelos nossos pais, educação e sociedade é o que mais gera sofrimento e conflitos cuja solução inconsciente está no uso de alguma substância. Aqui também está a ilusão de que uma família “bem estruturada” evitaria o problema das drogas, já que esta pseudo-estrutura é a própria adequação a uma matriz de controle e submissão a um sistema e a um modo de vida específico. 

Estrutura não é isso, ou melhor, não devia ser isso. Compreender que estrutura está mais relacionada com nossa capacidade de criação e uso do nosso livre-arbítrio do que com bases sólidas que nos trarão segurança é fundamental neste processo. A segurança que inadvertidamente buscamos nas estruturas que conhecemos hoje, em um nível superior é nossa capacidade de sermos quem verdadeiramente somos, sem medos, mas com amor e honestidade para com nós mesmos em primeiro lugar. Isto é seguir o próprio coração. Isto é fundamental para a mudança que almejamos no planeta.

As substâncias que chamamos de drogas prometem a mudança de um estado de espírito para outro, que no fundo é o que aquela alma acredita que precisa para cumprir sua missão. Porém, esta ilusão de mudança é apenas momentânea e a necessidade de se manter naquela frequência ou para alívio ou para se equilibrar mais perto do estado de espírito almejado é o que gera a dependência. Sem conhecer outra alternativa, o ser em desequilíbrio “testa” as drogas como uma solução. A sedução de um rápido alívio (além de forças invisíveis que não discutiremos aqui) é o que prende tantos neste hábito. É preciso então muita coragem para olhar para si mesmo com mais honestidade e lidar com seus infortúnios, além de se abrir para conhecer mais formas de transcender esta fase e encontrar seu caminho, seu verdadeiro eu, a sua expressão.

Assim, provamos então que consciência é a chave para a libertação. O entendimento do que estamos buscando em cada substância usada nos dá a oportunidade de nos cuidarmos melhor neste aspecto, tratando com mais facilidade qualquer que seja a falta ou sofrimento que nos aflige. 

Descreverei aqui então as principais substâncias usadas, suas causas e efeitos para o ser. Sentindo verdadeiras as minhas palavras, busque ajuda! Busque entender-se, se abra para novas maneiras de enxergar a si mesmo e à vida. Encorajo-o a ser você mesmo. Tudo o que você está passando é importante para seu crescimento, para que você desenvolva a sabedoria e força necessárias para o cumprimento de seu propósito na Terra. Sua história é uma história de amor. Sua presença no plano material é importante para o planeta! 



Cigarro, comida etc.

Existem algumas diferenças sutis entre um e outro tipo, mas no geral a causa destes vícios é a mesma. O acúmulo de insatisfações na vida gera um certo desequilíbrio que o fumante e o guloso buscam satisfazer no cigarro e comida. 

Com o cigarro o mecanismo do vício é mais nítido, já que, diferente da comida, ninguém precisa de cigarro para sobreviver. Não só pelas substâncias presentes no cigarro, mas também pelo ato e hábito de fumar, é criada uma dependência que não existia para ter na sua satisfação a realização que lhe falta na vida. Com o excesso de comida a mecânica é a mesma.

Uma mentalidade então focada na busca por recompensas em detrimento da gratidão pela própria vida, contentamento e plenitude do ser gera vazios interiores que parecem ser artificialmente supridos por estes vícios. À cada cigarro têm-se a sensação de se estar realizando algo, suprindo uma carência, recebendo um prêmio. Nosso próprio corpo libera a química certa para o alívio e bem-estar que não aprendemos a cultivar internamente. Somado a isso, há também as substâncias presentes no cigarro e comida que condicionam o corpo a esta necessidade. Notem como os poluentes entram pelas duas formas mais físicas por onde absorvemos energia, a respiração e a alimentação. A energia que entra então também é poluída, antinatural e tem efeitos nocivos e limitantes para a consciência e para o complexo corpo-mente-espírito.

Para libertar-se destes hábitos com mais facilidade é preciso uma mudança de valores do que é verdadeiramente importante na vida, aprender a apreciar o simples ato de viver e as pequenas coisas de seu dia a dia. É preciso também reconhecer que se há algum impulso criativo reprimido, é importante dar vazão a ele. Isto pode não ser exatamente como esperamos ou como a sociedade nos diz que é, é preciso então uma mente aberta (sem julgamentos e pontos de vista rígidos) para permitir que o universo nos mostre de que forma podemos aproveitar melhor nosso tempo, energia e potencial.

Quem passa por este desafio com sucesso aprende a estar contente e satisfeito consigo e com a vida, sem necessidades artificiais. Aprende também a incrível arte de deixar ir e de se abrir para o novo.



Álcool

Embora tão tolerado pela sociedade, o álcool é um libertador para o chato autorreprimido. O alcoólatra, quando sóbrio, é extremamente rígido consigo mesmo no sentido de cobrar-se ser algo que não é e, por isso, pode ser rígido também com os outros. É vaidoso e orgulhoso e só se permite ser feliz quando o álcool suprime seu feroz e tirano juiz interno, quando sua opinião sobre quem ele é e quem deveria ser deixa de atormentá-lo. Sem esta autorrepressão, o impulso que está preso é liberto. Isto pode ser destrutivo ou falsamente produtivo para o usuário e para os outros, já que o alcoolizado pode tanto apenas se permitir ficar mais alegre como pode também soltar suas raivas e medos mais profundos.

Dizer que aprecia alguma bebida não é desculpa, pois com apenas um gole o álcool já está agindo em seu corpo-mente-espírito, anestesiando algumas percepções e suprimindo sinapses, atuando assim na forma como você vê a si e ao mundo ao seu redor. Um único gole pode também abrir a pessoa espiritualmente facilitando o acesso de entidades intrusas com as mais variadas intenções.

A libertação desta substância vem através do amor próprio e da autoaceitação incondicional, quando deixamos de tentar corresponder a expectativas nossas ou dos outros e aceitarmos cada aspecto de nós mesmos exatamente do jeito que somos. Com amor e coragem, somos o que somos.

Quem passa por este desafio com sucesso aprende a cobrar-se menos e aceitar mais a si e aos outros do jeito que são, respeitando suas diferenças e assim abrindo-se para novas maneiras de ver a vida.



Maconha

É um anestésico emocional e repressor dos sentidos. É a droga preferida daqueles que tem tantos pontos de vista e julgamentos negativos sobre si, a vida e os outros que não aguentam mais “sentir”. Enquanto a maconha anestesia seus sentidos, o usuário é capaz naquele momento de perceber a vida sem seus sofrimentos autoimpostos, o que pode trazer algum alívio momentâneo. 

A maconha funciona como uma depressão profunda, é um mecanismo para não sentir a tristeza dos pontos de vista distorcidos e vitimismo que a pessoa sustenta. Assim como as outras drogas, ela não cura nada do que a pessoa está buscando, apenas encoberta os problemas com uma camada de inconsciência. Passado o efeito, o sofrimento continua lá.

Para se livrar deste vicio é preciso compreender que o peso e estresse que sente não é causado pelos outros, pelo seu trabalho ou pela sociedade, mas por suas próprias interpretações e maneira que lida com tudo isso. É preciso coragem para assumir inteiramente a responsabilidade por si e aprender a distinguir entre o que é produtivo e benéfico para sua vida e o que não traz benefício algum, isto inclui sonhos e metas, pontos de vista e opiniões, hábitos, pensamentos e amigos. Um trabalho minucioso de exercitar a paz interior, alegria e gratidão te ajudarão muito. É importante também buscar elevar sua vibração através de melhores hábitos e atividades físicas e mentais, não apenas procurar fugas.

Quem passa por este desafio com sucesso aprende a olhar para seus próprios sentimentos com calma e coragem e a não ter medo das situações que vida possa lhe apresentar.



Cocaína

É a droga da ilusão do Super Homem, é o oposto da kryptonita. O usuário de cocaína tem altas expectativas sobre si e uma crença profunda de que não é bom o suficiente. Em muitos casos, sente que se não atingir suas próprias metas e não corresponder às expectativas que se impôs não será amado, respeitado ou não será feliz. Devido a uma autorrejeição profunda, tenta constantemente ser mais do que se é. É provável que não se sinta aceito pelos pais, que se compare muito aos outros e sinta sempre que poderia ser melhor do que é. É vaidoso e tenta esconder seus supostos defeitos até dele mesmo. De tanto se menosprezar, gosta de se sentir por cima, de sentir que tem poder e por isso usa esta droga. 

É um exercício e tanto admitir fracasso e buscar ajuda. Por isso, para livrar-se deste vício é importante trabalhar a humildade no sentido de amar-se de todo seu coração exatamente do jeito que se é, perdoar-se a aceitar tudo aquilo que rejeita em si. É a partir do fundo do poço que o usuário de cocaína aprenderá o amor próprio, a humildade e a autovalorização. 

Com a humildade, deverá descobrir também que suas expectativas e metas são utópicas e ilusórias, além de totalmente desnecessárias para sua felicidade e realização. A verdadeira realização é ser quem verdadeiramente somos, não em atingir metas, ser melhor que os outros ou ter o reconhecimento de alguém. 

Quem passa por este desafio com sucesso aprende a amar e valorizar a si mesmo e as coisas simples da vida.



Êxtase

O êxtase é a droga do infeliz e eterno insatisfeito. Traz para o físico a graça que a cocaína traz para o mental. Ele nos desequilibra a ponto de produzir artificialmente uma ilusão da felicidade e prazer que estamos nos negando. O usuário de êxtase normalmente esconde sua insatisfação e passa a vida perseguindo prazeres, uma vez que sua ansiedade e possível depressão não o permitem ser feliz agora. 

O efeito bombástico desta substância se deve ao estímulo de certos neurotransmissores, é claro, mas também ao direcionamento de toda nossa atenção para as sensações do físico, assim trazendo o foco do usuário para o momento presente, o que resulta ao mesmo tempo em um alívio dos problemas psicológicos causados pela antecipação negativa da vida e traz esperança de uma vida melhor. 

Para livrar-se deste vício é preciso compreender que tudo o que seu corpo produz com esta droga você pode também sentir sem ela, mas que a necessidade de se sentir algo tão forte e concentrado de uma vez é um desequilíbrio causado por tudo aquilo que você mesmo vem se negando. 

Quem passa por este desafio com sucesso aprende a libertar-se das crenças limitantes e de seus dogmas pessoais que o impedem de ser feliz com equilíbrio e constância à cada momento. Aprende a reconhecer que a chave para uma vida plena está no reconhecimento de que o melhor que podemos ser ou sentir só existe no aqui-agora e que é tudo uma questão de escolha dos melhores pensamentos e posturas que nos permitem viver isso.



Opiáceos, crack etc.

A morfina, heroína, assim como os derivados de outras drogas como o crack, meth e outras substâncias do gênero são uma fase mais negativamente avançada de outros vícios já descritos aqui. É o que chamo, sem interesse em fazer trocadilhos, de “fim de carreira”.

A negação de si e a ilusão de que o bom da vida é inatingível chegou a um extremo de sofrimento e desesperança. Dói estar vivo, por isso a vontade de quem usa isso muitas vezes é de se destruir, de deixar de existir. E é exatamente isso que estas substâncias promovem, uma interferência profunda nos sentidos e a aceleração da morte do corpo.

Os efeitos tóxicos e autodestrutivos destas substâncias para o corpo-mente-espírito de seus usuários deixam sequelas muitas vezes irreversíveis. São extremamente alienantes, pois tiram do usuário parte de seu livre-arbítrio. A alma já não está mais no corpo, a vida é mantida apenas pelo cordão de prata. Por não aguentar o sofrimento que o ego do usuário se impôs, esta pode estar escondida em algum lugar do astral, universo paralelo ou mesmo ter sido escravizada por alguma entidade trevosa. O corpo começa a deteriorar-se e a consumir a si próprio, buscando apenas mais da droga que inibe seus mais profundos sentidos e ligação com a vida real.

Sendo uma soma de todas as outras drogas, para livrar-se destes vícios é preciso aprender o mesmo que já descrevi anteriormente e aplicar-se com muito afinco em uma mudança drástica de seus valores e visões sobre si e a vida. É preciso compreender profundamente que você é melhor que isso e que tem condições de melhorar.

Quem passa por este desafio com sucesso é verdadeiramente um herói. Pode-se dizer que a foi ao pior lugar do inferno e voltou. Conseguiu superar seus desafios e aprender com eles, sabendo agora quem verdadeiramente é e do que é capaz.



Drogas e suicídio

As drogas estão intimamente ligadas ao suicídio. Não por algo induzido quimicamente por elas, mas por um padrão de falta de amor próprio, de ingratidão e de descontentamento que os usuários de drogas e os potenciais suicidas têm em comum.

É preciso compreender como funciona a dinâmica do corpo-mente-espírito para desistir destas práticas o quanto antes.

O corpo é uma manifestação do espírito. A mente é uma ferramenta para se compreender uma determinada realidade nesta dimensão que estamos experimentando agora neste momento de nossa trajetória e aprendizado. Além do corpo, existe então infinitas frequências que não captamos fisicamente, mas que fazem parte ou chegam a nós através do espírito e da mente. Por isso pensamentos depressivos e de por um fim à nossa existência são comuns, pois como seres humanos, captamos estas energias tão facilmente como aparelhos de rádio captam as ondas de FM.

Existem então equivalentes do nosso corpo em outras dimensões. Quanto mais próximo do físico, mais estas partes nossas se parecem com nosso corpo agora e, quanto mais elevada a vibração destas nossas partes, mais luz e menos forma elas apresentam. 

Quando morremos aqui na dimensão física, é apenas o corpo físico que morre, as outras partes do nosso ser continuam vivas. Por isso a morte não é uma fuga e não traz nenhum alívio para o indivíduo. A passagem de um plano para outro ocorreu apenas no nível da consciência, mas o mecanismo mental e emocional continua ativo.

Assim, se a pessoa não aprendeu enquanto encarnado a equilibrar seus pensamentos e emoções em um nível satisfatório, o que encontrará quando desencarnado é apenas mais destes desequilíbrios, revoltas e insatisfações.

O corpo físico representa uma defesa e uma oportunidade de trabalharmos estes desequilíbrios e realizarmos o aprendizado que viemos ter aqui na dimensão material. É uma máquina de transmutação energética daquilo que precisamos superar e equilibrar, enquanto os caminhos que trilhamos baseados em nossas escolhas são nossa própria escola.

Quando desencarnamos, perdemos então esta proteção do corpo físico e estamos muito mais expostos às vibrações na sintonia que estamos vibrando, o que nos leva direto para o meio que mais representa a nossa vibração. Os espíritos que estarão à nossa volta também estão na mesma sintonia, pois sem o físico torna-se cada vez mais complicado a interação vibratória com frequências diferentes.

O que chamamos de umbral não é um lugar que vamos, pois nele já estamos, mesmo quando encarnados. O umbral é como descrevemos a manifestação do psicológico espiritual em determinadas frequências negativas e em desequilíbrio. É como enxergamos estas vibrações do outro lado. Todos estamos conectados com o espírito e suas manifestações em todas as dimensões. Portanto mesmo encarnados podemos já estar no umbral, em um mundo de regeneração ou em um mundo de felicidade, cabendo apenas a nós mesmos utilizar nosso livre-arbítrio para escolhermos melhor onde pretendemos estar.

Existe um plano de vida para todos nós e é importante respeitarmos este fluxo, este caminho. Desta forma, tanto o apego excessivo a certas circunstâncias da vida quanto interrompê-la artificialmente só traz mais sofrimento e dificuldades em nossa trajetória. Há um equilíbrio a se conseguir aqui. O suicídio nunca ajuda ninguém, pelo contrário, agrava ainda mais a situação de nosso espírito que precisa passar por certas situações e aprendizados em seu caminho. A vida é eterna e precisamos aproveitar a oportunidade de estar neste plano material para nos trabalharmos e crescermos em amor e consciência.

É preciso então aprendermos a olhar a vida de uma perspectiva mais abrangente, buscando compreender aquilo que chamamos de “Plano Divino”. Isto não é uma imposição, é a escolha que cada um de nós fizemos antes de solicitar nosso ingresso neste planeta. A vida na Terra é a escola do amor, da liberdade e do equilíbrio. Sem isso, é impossível nossa entrada (ou retorno) em mundos superiores.

Os sofrimentos e desequilíbrios de hoje se devem à nossa inconsciência, são apenas más escolhas no nível do pensamento e da ação. Acreditar ou não nos pensamentos, assim como direcionar seu teor é a primeira lição do livre-arbítrio. Com a prática da auto-observação e melhores escolhas, aprendemos a nos sustentar em um nível vibratório melhor. O amor (próprio), o (auto) perdão e a (auto) aceitação incondicional são as chaves para nosso sucesso.

Lembre-se: na dúvida, escolha sempre você! Escolha o amor, a saúde, escolha a vida!



Conclusão

Em todos os casos descritos, é importante o apoio espiritual intenso e comprometimento com a cura. Esta é sua meta de vida agora, é a escola que você precisa e da qual não pode fugir. Inclusive, buscar o conhecimento que a espiritualidade traz é uma boa maneira de compreender mais sobre si e a vida, o que pode ser um bom começo e apoio no caminho de sua vitória.

Mudar hábitos alimentares para algo mais saudável e desintoxicante, buscar atividades físicas moderadas e sem expectativas, aprender algo novo para alimentar seu intelecto e alguma prática manual para aprender a focar sua mente no momento presente (mais uma vez lembre-se de não se estipular metas inatingíveis, respeite seu corpo e seu ser) são alguns exemplos do que certamente você passará em seu caminho de autotransformação. Outra coisa muito legal, é aprender alguma forma de meditação. E tome bastante água, muita água para ajuda-lo na fase de desintoxicação.

Nos casos mais intensos, o tratamento espiritual ajuda a restaurar a integridade do corpo-mente-espírito. Uma explicação minuciosa do que ocorre “do lado de lá” por causa dos nossos hábitos e desequilíbrios “daqui” precisaria de vários volumes de livros, mas há algo bem simples de se compreender. Precisa haver um resgate de alma, cura de fragmentos de sua personalidade que estão presos em situações do passado desta e de outras vidas, rescisão de votos, contratos e pactos com seres e realidades inferiores, cura de alguns karmas, encaminhamento de entidades, limpeza de magias, encantamentos, remoção de chips e implantes etc.

Além da ajuda espiritual, procure sempre um médico ou centro de apoio especializado. Não tenha vergonha, lembre-se que a vaidade nunca foi sua amiga. Existem muitos grupos de apoio e tratamentos disponíveis para todos, há os que são oferecidos pelo governo, por ONGs e também os particulares. Não caia no erro de achar que para sua cura você precisa de algo que não está disponível para você. O que você mais precisa agora, é de você mesmo!

Tudo o que você precisa já existe dentro de si. O importante agora não é substituir vícios, mas se livrar do que não é mais necessário. Seu corpo-mente-espírito estão sempre prontos para se autocurarem e restaurarem seu equilíbrio interior, se assim você permitir.

O vício, ou a memória do uso da substância, podem ser traiçoeiros, “enfeitando” ou de alguma forma romantizando seu uso. Esteja atento, isto é uma ilusão, podemos chamar de “marketing das trevas”. Faz parte do seu aprendizado também não dar ouvidos a estas tentações.

Recomendo muito também a leitura de meu livro, “Vivendo o Despertar”. Não fala sobre drogas, mas traz muita luz aos pontos de vista e padrões de funcionamento limitantes sobre os quais estamos baseando nossas vidas. É um livro que traz a energia necessária para ajudar a todos em romper com os padrões de limitação e sofrimento que tanto nos afligem.

Namastê!

Rodrigo Durante.


Na Nova Terra... 

Nos dedicamos a ajudar as pessoas a transformarem suas vidas e expandirem suas consciências em equilíbrio, com técnicas de alinhamento espiritual e energético. Auxiliamos aqueles que pretendem viver segundo os princípios ascensionados da quinta e sétima dimensão, libertando-se das limitações e dificuldades da terceira e quarta dimensão. Todo conhecimento e sabedoria que adquirimos comprovamos em nossa própria vida e passamos adiante para que todos se beneficiem. Convido todos a lerem meu site, é http://www.nanovaterra.com.br

Sou facilitador do workshop de Meditação Transformadora, Alta Magia, Terapia Multidimensional e do workshop de Access Bars; idealizador, co-criador e facilitador do workshop de Cura Espiritual através dos Elohin da Criação. Praticante de TRF – Transmissão de Retorno à Fonte, Alta Magia, Reiki, Cura Eletrônica, Florais de Saint Germain, Terapia Multidimensional, Barras de Access e Cura Espiritual. Autor do livro “Vivendo o Despertar: da inconsciência e limitação para a plenitude do ser”. Tenho diversos artigos sobre consciência e autoconhecimento publicados no Brasil e no exterior. Atendo frequentemente clientes de todo o Brasil e de outros países como Austrália, Inglaterra, Portugal, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Estados Unidos, Guatemala, Costa Rica, Chile e Japão. Estou sempre à disposição para atendê-los! 

Para esclarecer dúvidas e marcar atendimentos, por favor entre em contato pelo paz@nanovaterra.com.br.

Gratidão!

terça-feira, 15 de maio de 2018

Volte para o seu lar

Por que sofremos na vida? Porque esquecemos de quem somos. Ponto. 


Enquanto muitos livros e filosofias podem ser resumidos nesta única frase, nós permanecemos acreditando em uma fórmula mágica para o sucesso e a felicidade que não considere a verdade de quem somos, nossa verdadeira essência, aquela vibraçãozinha que se tornou quase imperceptível diante de tanta interferência mental e filosófica que insistimos em manter como os novos deuses de nossas vidas. 

Sim, isso mesmo que você leu. Cada crença que temos é um deus que manda na nossa vida. Cada obrigação que acreditamos que temos é um deus que nos submetemos. E você acreditava que só existe um deus, não é? Ledo engano. Poderia até ser verdade se você me dissesse que o único deus da sua vida é você mesmo e vivesse totalmente alinhado com esta máxima. 

Mas pare só por um minuto e pense bem: quantos parâmetros você usa para interpretar e definir a si e aos outros? E para dizer o que é certo e o que é errado? Quantas coisas você coloca como condição “sine qua non” para seu bem estar? E para “subir aos céus”? E para ser aceito pelo próximo? E se eu te disser que tudo isso, assim como esta preocupação em ser aceito, já é um desvio de você mesmo? 

Este é um assunto longo que requer uma reflexão diária e constante, reforma íntima. A reforma íntima consiste em uma reavaliação de como estamos funcionando na vida e do que é verdadeiro para nós. 

Quantas críticas você já criou até este ponto da leitura? Isso é sinal de sua resistência. Porque não precisamos concordar com nada do que o outro diz, apenas sentir se isso é ou não verdadeiro para nós. Mas se damos alguma importância para isso é porque a opinião do outro nos cutucou em algum lugar. E tenham certeza, enquanto não estamos neutros e em total aceitação do próximo, é porque não estamos em aceitação de nós mesmos. Algo ainda estamos nos forçando a ser, a acreditar, a corresponder e aquele que discorda de nossas opiniões, é visto como uma ameaça pelo nosso ego. 

“Subir aos céus” significa a perfeita integração entre espírito e matéria. Para isso nossa mente deve estar alinhada com o coração. Simples assim. Não são um conjunto de regras religiosas, filosóficas, científicas ou sociais que trarão este alinhamento, mas o simples fato de nos ouvirmos, nos respeitarmos e sabermos quem verdadeiramente somos. 

Cada um de nós é uma expressão de tudo o que há. Em nosso DNA está contido informação de todo o cosmos. A paz, alegria e plenitude que buscamos não está no cumprimento dos pré-requisitos de nossa sociedade atual com toda sua bagagem histórica, mas no simples contato com o próprio espírito. 

Sem a interferência da mente, o espírito pode ser acolhido pela matéria. Mas quantas interferências já geramos para isso? Quantos julgamentos temos sobre nossos corpos e os hábitos da natureza? O que acreditamos que precisamos para ser feliz? O que estamos sustentando como tão verdadeiro em nossas vidas que não passa de uma interferência para o ser? 

Ah sim... a mente e suas maquinações! Sempre buscando alguma justificativa para liberar a química da alegria. Foi assim que nos viciamos na vida mental e criamos esta imensa separação entre espírito e matéria. Primeiro foi a possibilidade de ter mais destas descargas químicas em nosso corpo. Nos entregamos assim ao mecanismo da satisfação de desejos para se ter algum prazer. Sejam os desejos mais densos ou os mais elevados, o desejo sexual, o de ser algo , ter algo, fazer algo, o de reconhecimento pelo próximo ou o de ser aceito por “deus”. Qualquer coisa que conquistamos nossa mente autoriza nosso cérebro e sistema endócrino a liberar uma recompensa. Este é o vício básico, o que usamos para acreditar que há algo a ser conquistado, uma meta, um padrão a ser vivido. 

Depois vieram as religiões, as filosofias, os sistemas de crenças que angariaram tantos seguidores. Tantas mentes aprisionadas buscando uma realização que nunca chega! Quantas encarnações repetindo a mesma busca e a mesma frustração ao final delas? “Olá, aqui é o céu? Não? Mas espera aí, eu acreditei em vocês, eu fui bom e obediente, até briguei com quem discordava da sua palavra!” E, presos nos próprios sistemas de crenças, os desencarnados lhe responderam: “não irmão, o céu é mais em cima. Precisamos encarnar novamente e sermos perfeitos, igual ao Mestre! Venha, vamos prepará-lo para encarnar em uma boa família da nossa religião. É igual a sua, mas agora sabemos que existe reencarnação.” E assim, com tanta distorção dos ensinamentos, os sistemas se perpetuam, a insatisfação e o descontentamento permanecem. Já nascemos enrolados, com laços e contratos que existem há milênios! 

A dificuldade de se libertar dos vícios está na dor da abstinência. E a dor de não ser aquilo que se espera é a maior delas. O vício mental na identidade que acreditamos que temos e nas necessidades que buscamos é tão normal que passa despercebido. Tem coisas que acreditamos que são tão indispensáveis e certas que nunca passaria pela nossa cabeça que podemos ser felizes sem elas, ou melhor, que existe algo para se fazer aqui diferente delas. 

No fundo, não precisamos de nada além de alimento e oxigênio e, mesmo que estes faltassem, a natureza daria um jeito de perpetuar-se em uma outra forma de vida. O espírito continua se manifestando de outra maneira e a vida nunca se extingue. Existem muitas moradas na casa do Pai. Muitas dimensões, muitas realidades e universos também. 

O que é preciso para mudar o mundo? Primeiramente, mudar para que? O que ainda estamos acreditando que não está correto? Será mesmo algo externo a nós que ainda não conquistamos? Mais uma meta inatingível, algo que trará satisfação de alguma necessidade básica que acreditamos ser fundamental. Precisamos compreender que aquilo que vibramos, é o que manifestamos. Podemos manifestar a realidade do espírito, ou a da nossa mente. O que vamos escolher? 

O corpo físico é um transmutador e densificador de energias. É preciso purificá-lo a ponto de sermos capazes de ancorar o espírito, nossa verdadeira essência para que o paraíso se manifeste. Purificar não quer dizer tomar banhos ou fazer dieta, muito menos privá-lo de sexo. À pedido do coração, nada pode fazer mal. Precisamos então parar de julgá-lo, parar de julgar toda a matéria. Nada é impuro aqui, tudo é parte do universo. Negar a matéria faz parte da ilusão da perfeição espiritual que não passa de mais uma ideia mental. 

Deixando as ilusões de lado e aceitando incondicionalmente a si e ao próximo, enxergaremos o sagrado em tudo o que há. Alguma relação disso com amar a si, ao próximo como a si e a Deus sobre todas as coisas não é mera coincidência, apenas uma tradução mais adequada ao nosso tempo. Este é um dos caminhos para reencontrarmos quem verdadeiramente somos. Amar a si é viver a partir do coração, é saber ouvir-se, é respeitar-se, é se aprovar, sentir e saber o que é verdadeiro para si. Vivendo a nossa verdade, permitimos que o outro viva a dele também. Isso á amar ao próximo. Vivendo em paz consigo mesmo e com o próximo, temos condições de perceber a pureza e o sagrado de tudo o que há. Isso é amar a Deus. 

Sempre que nos demos mal em algo, que sentimos que falta algo, que precisamos de algo, que sofremos por algo, é porque nos desalinhamos de nós mesmos. E sempre que estamos felizes e satisfeitos sem necessidade de nada e sem motivos, é porque estamos fluindo nesta ligação do espírito com a matéria. 

A união do corpo com o espírito é o que traz a plenitude. O corpo é capaz de coisas que nem imaginamos. Ele é um ser, tem consciência própria, tem dons e funções além do que a mente por enquanto é capaz de conceber, de sensações perenes e de um equilíbrio constante em nossas vidas. Pode trazer para a matéria qualquer criação, desde que se saiba o caminho, desde que aprendamos a viver a verdade de quem somos. 

Pare o que está fazendo agora. Respire... Libere suas metas, deixe seus desejos se dissolverem no esquecimento. Sinta sua respiração, sinta seu coração bater, a vida pulsar em si! Faça alguns movimentos, traga sua consciência de volta para o corpo. Sinta bem a diferença entre a plenitude do corpo-espírito e a satisfação mental. 

Voltemos para o nosso lar. O paraíso pode ser aqui! Estamos bem, tudo está bem em toda a Criação. 

Namastê! 

Rodrigo Durante.

Na Nova Terra... 

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Sou facilitador do workshop de Meditação Transformadora, Terapia Multidimensional e do workshop de Access Bars; idealizador, co-criador e facilitador do workshop de Cura Espiritual através dos Elohin da Criação. Praticante de TRF – Transmissão de Retorno à Fonte, Reiki, Cura Eletrônica, Florais de Saint Germain, Terapia Multidimensional, Barras de Access e Cura Espiritual. Autor do livro “Vivendo o Despertar: da inconsciência e limitação para a plenitude do ser”. Tenho diversos artigos sobre consciência e autoconhecimento publicados no Brasil e no exterior. Atendo frequentemente clientes de todo o Brasil e de outros países como Austrália, Inglaterra, Portugal, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Estados Unidos, Guatemala, Costa Rica, Chile e Japão. Estou sempre à disposição para atendê-los! 

Contato: paz@nanovaterra.com.br 

Gratidão!

domingo, 13 de maio de 2018

Vítimas do próprio preconceito

Está para aparecer um assunto mais delicado do que este, o preconceito. Digo delicado porque existem assuntos com tantas divergências de opiniões que é impossível tocar neles sem provocar alguma reação. Falar sobre o preconceito então com quem se sente vítima do mesmo é mais delicado ainda, pois se olhar para certas feridas dói, imaginem ir além delas e perceber qual a nossa parte nisso, onde nós mesmos estamos nos ferindo ou perpetuando nossa própria ferida.

Comecei bem, né? Já dizendo que a responsabilidade por se sentir bem é nossa e não do preconceituoso e ignorante que nos agrediu. Mas isso tem uma explicação e sei que você vai me entender. Quando nos vitimizamos, estamos nos colocando em uma posição de impotência perante um poder externo superior à nossa vontade, como se não tivéssemos nenhuma escolha.

Às vezes passamos por situações onde conscientemente não escolhemos passar por elas, porém podemos escolher como lidar com elas uma vez que já aconteceu. E é neste ponto que nos vitimizamos e que entregamos nosso poder ao outro. O poder de nos machucar, nos frustrar, nos rejeitar. Nestes casos, a única maneira de recuperar nosso poder pessoal é reconhecendo que de alguma forma nós escolhemos aquilo, nós é que temos o poder de nos deixarmos tristes ou felizes, só nós podemos fazer isso. Reconheça então o que você está escolhendo acreditar e escolha outra coisa, você pode!

Tendo crescido com “problemas” de peso, sei bem o que é isso. Brincadeiras dos amigos que ferem por dentro, a família que nos trata como doentes, as máscaras que arrumamos para não demonstrar nossas mágoas e inseguranças, a preocupação com a aparência para disfarçar o corpo rejeitado. Existem tantas coisas por trás deste comportamento, que quanto mais consciência adquirimos menos acreditamos em preconceito. 

O preconceito me serviu como uma boa desculpa por muito tempo, dizer que a culpa é dos outros, da sociedade, da indústria da moda... Mas isso só depois de anos acreditando que o problema era comigo mesmo, afinal, eu tinha obrigação de ser magro, precisava ser magro para ser aceito, para arrumar namorada, emprego, ficar elegante e sei lá mais o quê. 

Não muito diferente, o mesmo ocorre com qualquer outra qualidade aparente como cor da pele, origem, sexo, tipo de cabelos, nível intelectual, financeiro, opção sexual ou qualquer outra. Todos crescemos bombardeados com modelos de perfeição utópicos, principalmente nos países religiosos onde todos precisam ser como Jesus, Moisés, Maomé, Buda etc. Somos desde cedo ensinados a buscar o errado em nós. “temos que ser educados”, dizem os mais velhos, pregando educação quando no fundo querem obediência. 

Digo “querem”, mas na verdade precisam de obediência. Porque o desobediente, aquele que é dono de suas escolhas e busca uma vida livre, é ameaçador para quem tem medo de olhar para si, para quem tem medo de se libertar de suas próprias amarras e do condicionamento disfarçado de educação que recebeu. Nada mais fácil então para o ignorante que está em uma posição de poder do que dizer aos outros o que é certo e como eles devem ser. Esta é a primeira estratégia do ego para sentir-se melhor a respeito de si mesmo, dizer que o problema é com o outro. 

Mas... e como para tudo existe um “mas”, nós também usamos isso quando culpamos o preconceito. 

E se na minha infância eu tivesse escolhido me aceitar e estar totalmente do meu próprio lado, amando o meu corpo do jeito que ele era? O que eu sentiria quando alguém criticasse minhas gorduras? Nada! Ou, no máximo, desejo que o outro tivesse tido uma educação melhor. Isso, é claro, se alguma crítica chegasse até mim, pois não havendo ressonância vibratória, eu atrairia mais daquilo que eu vibrava, ou seja, mais amor, mais aceitação. Quando percebi isso, percebi que o preconceito contra gordura era meu mesmo, do gordo. Haha 

Esta foi uma dura mas rica lição que aprendi, autoestima não é gostar de você mesmo quando você estiver rico, malhado e bem vestido, nem quando o outro gostar de você. Mas se aceitar incondicionalmente do jeito que você é, sem necessidade de aprovação alheia. 

Isso vale para qualquer seja sua queixa, pois é uma infantilidade e até arrogância esperar que todos gostem de nós, que todos irão com a nossa cara e que todos tem a obrigação de nos ajudar, nos dar o emprego que buscamos ou ser como esperamos que eles sejam. 

Os modelos de perfeição são puro marketing, estratégias de controle usadas por quem almeja algum tipo de poder. Da mesma forma, o preconceito é uma estratégia do ego para não precisar passar pela difícil provação de se amar, apesar de toda pretensão de ser diferente do que se é. 

A vida não é mais fácil para quem é homem, magro e de olho azul, também não é para quem é rico. As questões emocionais, mentais e espirituais afligem a todos. Não importa o quão elevados acreditamos que sejam nossos valores, são apenas julgamentos. O equilíbrio interno que todos almejamos virá do mesmo aprendizado. 

A falta de autoaceitação, de amor próprio e autoestima acarreta em inúmeros outros pontos de vista distorcidos, como a necessidade de agradar a todos, por exemplo. O medo de assumir-se, de dizer o que pensa, de seguir sua intuição, de ser criticado, rejeitado, abandonado... Enfim, todas as amarras que nos privam de nossa realização. Todas surgem da falta de amor, amor próprio em primeiro lugar. E é somente com o amor próprio que temos capacidade então de aceitar o próximo, pois estando seguros de ser quem somos, a liberdade alheia não nos agride. 

E destes comportamentos originados da falta de amor próprio surge outro, a exacerbação daquela qualidade que temos dificuldade de aceitar em nós. É como se precisássemos de uma força maior e contrária à primeira para superar a dificuldade que temos de nos aceitar, sem perceber que isto ainda é uma ferida sendo cutucada e uma reação raivosa escondendo a possibilidade de escolhermos algo diferente. Então agora vou criar o feriado do Dia do Gordo para me incluir na sociedade. Vou criar também a Parada Gorda para mostrar para os outros minha decisão de manter minha circunferência. Vou sair por aí dizendo que tenho orgulho de ser gordo e exigir uma vaga de estacionamento especial para mim. Opa, pera aí, quero também uma vaga na faculdade e isenção do IPVA. Haha. 

E nesta batalha do mal-amado com o obrigado a amar, ai daquele que disser que tem orgulho de ser hétero, homem, branco ou rico. Estes não têm direito, só mesmo os “oprimidos” é que ganham o aval para aprovarem-se diante dos olhos alheios, sem perceber que a opressão é, primeiramente, uma autoopressão. O preconceito, um autopreconceito. Qualquer privilégio pseudocompensador de um autojulgamento negativo sobre si não pode ser inclusivo, ao contrário, cria mais separação, pois afirma que existe uma diferença entre seres humanos, mesmo que Deus e a constituição digam o contrário. Isto diminui ainda mais os oprimidos a coitados, a fracos e sem o poder de escolher se amar. Privilégio é desforra e diferenciação, é exclusão. Inclusão é compreender que todos somos iguais, não importam as diferenças. 

Será que não estão percebendo que sempre tem o outro envolvido? Sempre tem a questão de ser aceito pelo outro, aprovado pelo outro? Será mesmo sempre o outro que determina quem somos? Por que ao invés disso não criamos o Dia do Ser Humano, para todos reconhecermos que somos iguais em essência e louvar as diferentes expressões do Espírito? Que tal o Dia da Criatividade, o Dia da Expressão, o Dia da Gentileza, o Dia da Gratidão, o Dia do Perdão? 

Não é o homem, branco, rico e estudado que faz sucesso ou é reconhecido, mas aquele(a) que acreditou em si, que não deu bola para a opinião negativa do outro e não perdeu tempo exigindo a aprovação de ninguém, mas dedicou-se a seguir seu próprio coração. Precisamos ir além das aparências e aprender a amar o humano que há em nós. Rotular menos e amar mais. 

Então antes de dizermos que o outro é preconceituoso, vamos refletir se estamos nos amando do jeito que gostaríamos de ser amados, se nos aprovamos do jeito que buscamos a aprovação do próximo, se nos aceitamos do jeito que queremos que a sociedade nos aceite. Porque passada a infância, a única pessoa que tem a obrigação de fazer algo para nós, somos nós mesmos. (E o governo hahaha) 

Namastê!

Rodrigo Durante. 

Na Nova Terra... 

Nos dedicamos a ajudar as pessoas a transformarem suas vidas e expandirem suas consciências em equilíbrio, com técnicas de alinhamento espiritual e energético. Auxiliamos aqueles que pretendem viver segundo os princípios ascensionados da quinta e sétima dimensão, libertando-se das limitações e dificuldades da terceira e quarta dimensão. Todo conhecimento e sabedoria que adquirimos comprovamos em nossa própria vida e passamos adiante para que todos se beneficiem. Convido todos a lerem meu novo site, é www.nanovaterra.com.br . 

Sou facilitador do workshop de Meditação Transformadora, Terapia Multidimensional e do workshop de Access Bars; idealizador, co-criador e facilitador do workshop de Cura Espiritual através dos Elohin da Criação. Praticante de TRF – Transmissão de Retorno à Fonte, Reiki, Cura Eletrônica, Florais de Saint Germain, Terapia Multidimensional, Barras de Access e Cura Espiritual. Autor do livro “Vivendo o Despertar: da inconsciência e limitação para a plenitude do ser”. Tenho diversos artigos sobre consciência e autoconhecimento publicados no Brasil e no exterior. Atendo frequentemente clientes de todo o Brasil e de outros países como Austrália, Inglaterra, Portugal, Suíça, Alemanha, Nova Zelândia, Estados Unidos, Guatemala, Costa Rica, Chile e Japão. Estou sempre à disposição para atendê-los! 

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Gratidão!