Nota importante

"Nota importante: estas informações provavelmente não são para você a não ser que você assuma total responsabilidade por sua vida e criações" Adamus Saint-Germain

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Amar é não julgar

O ego é o obsessor da alma. Ele vive uma realidade que é só dele, sempre pronto a dominar a situação, a se satisfazer utilizando algo externo, a distorcer a verdade para se validar e é claro, acreditando-se o centro do mundo, a determinar como as coisas deveriam ser. Com seus julgamentos e interpretações, o ego tornou-se uma entidade pensante que assumiu o centro de nossa consciência, nos afastando do ser. “Penso logo existo”, diz ele... E ainda completa: “e sou eu quem mando em tudo isso aqui”.

Estava prestando atenção em minha mente, em como ela não aceita a realidade. A realidade silenciosa do momento presente. Através da mente, nosso ego sempre apresenta uma história junto, pensamentos, ruídos que distorcem a simplicidade do agora. Pensamentos são somente ideias, distorções da verdade. O momento presente só pode ser percebido sensorialmente, qualquer análise já não é real, é uma interpretação do ego baseada em seu senso de realidade, a história que construiu sobre si mesmo, os outros e a vida. 

Sem perceber, quantas pessoas estamos prendendo com este comportamento? Quantos registros e julgamentos do nosso passado trazemos em nossa bagagem para este momento? São tantas memórias, expectativas, medos e precauções que quando interagimos com alguém, não é nosso ser que está ali, assim como não estamos permitindo que aquela pessoa seja ela mesma. Não estamos abertos para aceitar o momento em sua totalidade, livre de nossos controles.

Por exemplo, seu chefe se aproxima, você já pensa alguma coisa. Nossa mãe nos liga, já pensamos outra coisa. Para um motoqueiro ao nosso lado no semáforo, já pensamos outra coisa. Ouvimos alguma notícia ruim e já estamos lá pensando novamente... Assim o ego vai apresentando a sua versão da realidade baseada em seus registros, crenças, programações, catalogações etc. Dessa forma, quando vamos interagir com alguém é o ego que está lá se relacionando e não o ser. O ego usa a mente com toda a sua bagagem para interpretar cada momento de nossa vida e gerar reações baseadas em sua história.

O momento presente é muito simples, não há nada por traz dele, nenhum motivo ou justificativa, nenhum passado ou futuro. Quando aceitamos o momento plenamente, ele se dissolve, não havendo mais a necessidade de revivermos certas situações. Não precisamos carregar tantos pesos, tantos registros, tantas necessidades... A energia que usamos para sustentar a versão da realidade criada por nosso ego é tanta que chega a nos tirar o prazer de viver. O desgaste físico, mental e emocional é contínuo, não importa se estamos felizes ou tristes, o cansaço causado pela vida mental está sempre lá.

Mas por que então damos tanta atenção para os pontos de vista do nosso ego? Por que nos confundimos tanto com ele? Simples, porque ele nos compra com uma promessa de felicidade e de evitar sofrimentos. Claro que enquanto inconscientes do nosso ser acreditamos nesta promessa, sem percebermos que tanto esta felicidade quanto os sofrimentos são gerados por nós mesmos. E estamos há tanto tempo vivendo desta forma que já esquecemos como é a plenitude do ser. A felicidade do ego é sempre condicionada e dependente de fatores externos, de algo específico acontecer, de julgamentos e interpretações de acordo com suas expectativas, com o que não o ameaça ou o tira de sua zona de conforto. Assim, passamos o tempo todo presos dentro da mente e perdemos a noção do que é real. 

É impossível não ter mente, ou mesmo personalidade. A personalidade foi criada para interagirmos uns com os outros, cada um expressando o aspecto do Criador que representa. Porém não podemos nos confundir com ela, ou deixar o ego usá-la para mandar em nossas vidas. Sendo parte do que somos, não podemos então rejeitar estes aspectos de nossa expressão. A saída então é a consciência, a compreensão.

Quanto mais julgamentos e considerações nosso ego carrega, menos espaço sobra para o amor. Não estou falando do amor humano, sempre dependente de trocas, condições e preenchimentos, mas do amor universal, a aceitação incondicional de tudo e de todos, assim como de nós mesmos. Amando desta forma e incessantemente, todo julgamento deixa de existir. 

É preciso no entanto treinar esta postura amorosa, exercitar este músculo da aceitação tão atrofiado que está. Alguém se aproximou de você, não julgue, apenas ame o ser que está ali! Alguém deu uma opinião contrária à sua, ame o ser que está ali! Alguém está bravo com você? Ame! Alguém fez mal ao outro? Ame também... Além de inundar a nós mesmos, o outro e o mundo com a energia mais deliciosa que existe, o amor-aceitação nos tira do julgamento e permite que continuemos sempre presentes. Todas as barreiras e separações que construímos se desintegram na vibração do amor. Não existe infelicidade onde existe amor. Assim, se em algum momento percebermos que estamos com raiva, reagindo ou de alguma forma julgando, amemos a nós mesmos, pois somos nós que estamos precisando de nossa própria aceitação.

O amor-aceitação substitui o julgamento-separação. Aos poucos, toda a bagagem que nosso ego acumulou como sua história e como os pré-requisitos para sua existência vai se dissolvendo, criando novamente o espaço para que apenas o ser esteja ali. 

Pratiquemos o amor agora e sempre!

Namastê!

Rodrigo Durante
www.rodrigodurante.com.br

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Por que atraímos sempre as mesmas dificuldades? Como mudar definitivamente?

De onde vêm nossos impulsos? O que acreditamos tão profundamente que nos faz viver uma realidade tão rígida e com tanta dificuldade de mudar aquilo que não nos agrada? 

Em algum momento já ouvimos alguém falar em chips implantados para nos controlar ou manipular, mas como isso realmente funciona? 

É possível e até normal que em algum momento tenhamos recebido estes implantes de algum ser do astral ou mesmo extraterrestres, porém a maioria das vezes somos nós mesmos quem os criamos. Assim como no plano astral alguns medos, raivas e limitações se cristalizam em nossos corpos sutis como magias, os implantes são a cristalização, em um plano mais sutil ainda, de hábitos, pontos de vista, modelos de pensamento, mecanismos mentais de reação e respostas automáticas que nos sintonizamos e aceitamos como verdades em nossas vidas.

Reparem como é comum em nosso dia-a-dia vivenciarmos circunstâncias ou mesmo repetirmos histórias mentalmente que sempre nos deixam com raiva, indignados, revoltosos, envergonhados, assim como lembrar de fatos que fizeram nos sentirmos culpados, inferiorizados e impotentes. Tudo isso e também todas as nossas compulsões são reações causadas por implantes. Isso acontece por não estarmos conscientes, por estarmos sempre agindo no automático. Quando estamos agindo a partir de alguma destas emoções ou da carência de qualquer outra, não estamos mais no comando de nossas escolhas, estamos apenas reagindo. É dessa forma que ficamos presos em dificuldades recorrentes, em situações que não conseguimos mudar e transcender. 

Os implantes são responsáveis também por atrair situações para que as validemos em nossa realidade, entrando novamente na emoção que ele gera e perpetuando-nos neste ciclo. Assim ficamos repetindo nossos padrões e situações, como se estivéssemos presos em um looping contínuo de estímulos e reações. Quantas reações tivemos onde achamos que estávamos escolhendo mas só estávamos nos reafirmando em algum padrão limitante? Os padrões acontecem porque somos reativos ainda. Isso é o que nos prende às realidades que não queremos mais, os padrões de reação. Ficamos repetindo ciclos de perdas e frustrações recorrentes, buscando alívio nas distrações e nos acalmando através esperança de que um dia isso mude.

Como criamos então nossos próprios implantes? Certamente houve um acontecimento inicial onde escolhemos nos sentir de determinada forma a partir de uma ou várias feridas e carências envolvidas, porém acreditando na veracidade disso e na importância de armazenarmos este fato em nosso “repertório mental de possíveis perigos ou recompensas”, houve a transformação desta raiva, culpa, vergonha ou qualquer que seja a emoção em um mecanismo de resposta automática, onde situações iguais ou parecidas com a primeira acabam colocando-nos novamente naquele estado de vibração, gerando uma reação. O que escolhemos a partir desta frequência reativa nunca em hipótese alguma nos traz benefícios, não importando a que extremos da dualidade esta atitude aponte. Ao contrário, sempre nos mantém prisioneiros deste sistema privando-nos de nosso livre-arbítrio. 

Por sua vez, os implantes que aceitamos prontos de fontes externas podem vir através de nossos pais, escolas, religiões, ídolos, líderes, mídia ou do que quer que sugira alguma reação ou comportamento aceito como o normal ou o mais adequado socialmente, com punições ou recompensas que nos induza a seguir algum caminho que não o nosso próprio. 

Já os que vêm do astral por seres de egrégoras “anti-luz” têm a função de nos afastar de nós mesmos, de impedir que estejamos conscientes e em posse de nossos dons e potencialidades, controlando-nos em grandes massas por sintonização coletiva e mantendo-nos em frequências de sofrimento e limitação, enquanto seus representantes na Terra consomem-se por qualquer posição onde sintam que tenham algum poder.

Existe também outro tipo muito comum vindo de seres alienígenas que foram instalados em nós por contratos ajudando-nos em algo, porém causando alguma limitação em determinada frequência como efeito colateral. Por exemplo, alguém que em alguma vida pediu força física para vencer seus inimigos e nesta vida percebe que tem algum limite ou bloqueio, ou pediu algum dom para fazer sucesso que lhe custa a paz mental, alguma vantagem em seu meio ou alguma troca que lhe custam alguns sentimentos etc. Os pedidos são sempre algo que parte de nosso ego, de nossas carências, medos, apegos ou ilusões de poder. Assim, implantes recebidos em vidas passadas ou em algum período entre vidas ainda podem estar ativos e causando repercussão em nossos corpos e realidades. 

Uma coisa todos têm em comum, eles privam-nos da liberdade de sermos quem verdadeiramente somos e decidirmos em sã consciência os caminhos pelos quais cumpriremos nosso propósito em nossa encarnação, dificultando ou mesmo impedindo qualquer tipo de mudança que almejamos em nossas vidas. Seja qual for a origem dos implantes, esta realidade limitada definida pelas reações por eles induzidas é tão bem aceita por nós que no fundo acreditamos que a vida é assim mesmo e a solução é sempre algo externo que deve ser mudado ou adquirido. 

Dentre as reações que eles causam, é muito comum por exemplo nos sentirmos sempre errados ou tendo constantemente a necessidade de nos defendermos. Isso ocorre pois respondemos a estímulos externos que ativam sentimentos de culpa ou autorrejeição, então reagimos nos diminuindo, nos desempoderando, nos julgando como fracos ou incapazes e assim viramos os “capachos” de nossos patrões, cônjuges ou qualquer pessoa com quem nos relacionamos, menos com aquele coitado que aguenta nossas explosões, a válvula de escape onde temos nossa desforra, seja ela uma pessoa, um vicio, uma comida ou algum comportamento destrutivo para com nós mesmos. Claro que sempre colocamos a culpa no outro, no vilão, no insensível e no ganancioso, nas circunstâncias, no azar ou na nossa forma física, em nossa limitação ou aparência. Porém é por causa de nossas próprias reações que somos infelizes, rejeitados e facilmente manipulados pelas pessoas, pelos obsessores e por qualquer entidade ou instituição que queira algo de nós. Já pararam par a pensar quantas pessoas estão lucrando com nossas revoltas e nosso conformismo, com nossas vergonhas ou exaltações, superioridades ou inferioridades, ou através de nossa busca por algo externo que faça-nos sentir um pouco melhor a respeito de nós mesmos? Quanto já nos custou em nossa vida preencher vazios, reproduzir externamente nossa imagem egóica e aliviar nossas reações?

Os implantes estão ativos o tempo todo esperando uma oportunidade de serem usados. Se não temos esta oportunidade no plano da ação, ele se ativa em nossos pensamentos. Quantas vezes já não entramos em diálogos mentais a partir de uma palavra que ouvimos de alguém ou de uma cena na TV, sempre gerando alguma reação àquilo? Quantas vezes captamos vibrações de outras pessoas e alteramos nosso humor sozinhos? Quantos fatos de nosso passado já afloraram de nossa memória fazendo-nos sentir mais raivas, medos ou culpas ainda que de quando vivemos aquilo pela primeira vez, agora ainda acrescidos das cenas e reações que teríamos se aquilo fosse hoje? Quantas vontades de ter ou fazer algo já tivemos apenas para nos causar a frustração de não satisfazê-las? E os pensamentos que aparecem sempre colocando dificuldades e empecilhos? Tudo causado por implantes...

Dessa forma, reincidindo em reações pré-programadas os ciclos se repetem em nossas vidas e não conseguimos transcendê-los. Mesmo que batalhemos muito para mudar de vida e alguma mudança superficial for conseguida, se não conseguirmos nos livrar destes implantes acabamos sempre vivendo a mesma coisa mas com uma “roupagem” diferente, emprego após emprego, relacionamento após relacionamento, ano após ano, vida após vida. 

Alguns implantes são mais profundos e sorrateiros, melhor “disfarçados de nós mesmos” e bem enraizados em diversas dimensões e corpos sutis, podendo inclusive se manifestarem no físico como dores ou doenças sem causa aparente, mas sempre com fatores mentais, emocionais e espirituais associados, além destes ciclos recorrentes que vivenciamos. Existem também, é claro, as sugestões negativas que nos chegam na forma de magia negra direcionada e que aceitamos permitindo que isso grude em nós. Elas se comportam como um implante, mas estes, assim como as sondas astrais, é só retirar que o sintoma muda imediatamente. Já no caso do implante, por termos tornado aquelas crenças e emoções um hábito, é preciso que nos conscientizemos e mudemos nossa atitude para efetivamente mudar nossa realidade.

Por isso, mesmo com as terapias espirituais que identificam e limpam estes implantes, é imprescindível nossa atenção plena a quem somos e ao que está impulsionando nossos pensamentos e atitudes para mudarmos física, mental e espiritualmente. Com terapia ou não, uma ação livre e consciente nossa será sempre fundamental para retomarmos o poder sobre nossas escolhas. Assim, mesmo quem não tem acesso a uma terapia destas pode também se libertar disso. Passar por esta fase faz parte de nosso aprendizado e amadurecimento de nossa consciência.

Free your mind by Catrin Welz-Stein
Toda reação emocional é pré-programada, ela sempre vem de um julgamento pronto associado a muitas crenças inconscientes. Ter ou fazer algo em troca de reações emocionais são ações do ego. O ser apenas é. Quando estamos no ser não estamos reagindo, não estamos gerando felicidade, tristeza ou qualquer emoção em resposta ao que estamos fazendo ou usufruindo. Quando estamos no ser estamos apenas sendo, contemplando, vivenciando o momento que se apresenta e contribuindo a partir do nosso melhor, daquilo que realmente somos, de nossa Essência Divina. O contentamento do estado de ser não depende de fatores externos. Até nosso trabalho vira brincadeira quando estamos apenas sendo nós mesmos.

É preciso então estarmos constantemente atentos às nossas reações, pois assim que percebemos a resposta emocional automática e o gatilho que nos faz entrar em um estado reativo, o padrão é exposto e o implante começa a se dissolver. Dessa forma, podemos a qualquer momento nos desvencilharmos de qualquer padrão recorrente, controle ou manipulação. Precisamos apenas estarmos conscientes disso e percebermos quando entramos em um estado de reação, para então escolhermos outro caminho. 

Não precisamos reagir a nada, provar nada, nem temos nada a obedecer ou responder: nosso único propósito aqui é nossa ascensão, é transcendermos nosso ego e nos assentarmos no ser. Isso pode ser feito em qualquer circunstância, emprego, relacionamento ou lugar. É assim que conquistamos a liberdade que sonhamos e é a partir daí que nossa vida espiritualmente adulta começa.

Por isso a cura para toda a limitação e sofrimento é a consciência. A consciência dissolve tudo o que nos aprisiona e nos devolve o livre-arbítrio. Reagir de uma forma ou de outra não é livre-arbítrio, seja a reação positiva ou negativa. Mas percebendo a reação e comportamento programados que o estímulo externo nos impele a ter, temos a escolha de permanecermos neste padrão ou mudarmos o rumo da nossa história. Isto não é mais reação, isto é escolha, isto é ação. É assim que os padrões se interrompem e conquistamos a mudança que buscamos em nossas vidas. 

Namastê!

Rodrigo Durante
www.rodrigodurante.com.br

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Quem está no comando?

Desde que comecei a atuar como um canal de cura multidimensional e a escrever aquilo que aprendia, abri-me para toda sorte de retorno de quem me lia com suas perguntas, agradecimentos e críticas também. Estas, acredito que aceito muito bem, já que não tenho intenção nenhuma de convencer ninguém de que minha verdade é melhor que a do outro, tampouco acredito em opinião alheia sobre mim. Já as perguntas são o que há de mais maravilhoso para um canal, pois através delas nos abrimos para mais luz e novos pontos de vista que nos chegam instantaneamente sempre que nos colocamos em posição de receber.

Às vezes, mesmo não recebendo no físico, ao publicar um artigo recebo no astral alguns ataques dos que apelido de “anti-luz”, seja mentalmente através de encarnados ligados a estas egrégoras por afinidade vibratória ou daqueles que são cutucados em algo que querem esconder de si mesmos, como também de desencarnados ligados a pessoas que estão encontrando em meus textos ajuda e esclarecimento, ou mesmo dos seres trevosos que estão no poder de toda essa ilusão. 

Estamos em tempos estranhos, quando irmãos agem com total desrespeito e agressividade uns com os outros por simples discordância de opiniões políticas e de suas escolhas de vida... Ou algo que me assusta mais ainda, quando religiosos dos tempos atuais julgam e condenam alguém em nome de Deus e com vibrações nada Cristãs. Estas são os conflitos que vivemos hoje em nosso país onde percebo maior envolvimento das pessoas que se deixam levar pela massificação, onde permitem que a raiva, o medo e promessas de conforto externo dominem seus corações, impulsionando a partir destas frequências seus pensamentos e ações.

Estes dois assuntos e suas vibrações nocivas estão bem fortes atuando no inconsciente coletivo ultimamente, tanto é que médiuns e canalizadores ligados ao Brasil estão trazendo mensagens e vibrações de paz e amor fraternal para este momento, atentando-nos para vigiarmos nosso mental e não nos envolvermos com julgamentos e discórdias. 

Ao invés de aborrecer-me com os últimos ataques, aproveito então a oportunidade como uma pergunta, me abrindo para escrever um artigo que traga luz, ou pelo menos um novo ponto de vista sobre o que estamos fazendo aqui. Aí vai:


Quem está no comando?

31-8-2016. Estamos no futuro, além do ano 2012. Com todos os medos, guerras e teorias apocalípticas, sobrevivemos. 

Uma grande imagem de seres humanos e de uma civilização perfeita foi inserida como meta na vida de todos, como uma propaganda política antes da efetiva vitória nas eleições. Uma imagem com regras e programações que só nos põe a andar em círculos, perpetuando na submissão, na limitação e na inconsciência.

Como de costume, famílias, escolas, educação, religiões e governos que descaradamente se colocam em posição de comando da vida alheia continuam fazendo as escolhas por nós, definindo assim o rumo de nossa civilização. 

É através das aparências que nos manipulam, as mesmas aparências que buscamos e lutamos para viver e manter. Como aquele que acredita que vive em uma democracia apenas porque de quatro em quatro anos pode votar e escolher entre o péssimo e o horrível. Ou aquele que por ser um trabalhador bem sucedido acredita que é normal viver estressado tomar tarjas-pretas para dormir. Ou aquele que de tão viciado em distrações não consegue mais estar em silêncio interior e olhar para si. Quem sabe também aquele que por dedicar sua vida aos valores "espirituais" de sua religião julga como inferior aqueles que seguem outras crenças, assim como aos assuntos da matéria.

Tudo isso ganhou um disfarce tão competente que quase não é percebido, agindo no inconsciente, servindo apenas como um gerador de pensamentos direcionados a outros assuntos de nossas vidas como dinheiro, sucesso, trabalho, relacionamentos, filhos, reclamações, julgamentos, opiniões etc., distrações perfeitas para não percebermos onde estamos errando. A busca pela imagem da perfeição que idealizamos tornou-se tão essencial em nossa vida que não paramos mais para refletir o por que precisamos daquilo, se é que realmente precisamos. A interiorização e reflexão tornaram-se "papo de monge", ou qualquer que seja a adjetivação pejorativa que intencionalmente (e inconscientemente) nos manipula a voltarmos ao "modo zumbi" de funcionamento. 

Então além das aparências óbvias, o que realmente mudou? Será que conseguimos verdadeiramente aprender algo? Será que evoluímos?

Embora inconscientes do ser e apenas buscando um ideal imaginário, já notamos em nossa busca valores como a compaixão, a sabedoria interior, a ação pura e sem julgamento. Graças a Jesus, Buda e Krishna respectivamente que nos abriram os canais para a assimilação destas capacidades em nosso consciente, hoje vivemos melhor que há centenas ou milhares de anos. 

Ao mesmo tempo então que caminhamos como sociedade em total cegueira consciencial ainda como fantoches daqueles em posição de poder em uma pseudo-hierarquia tirana e manipuladora, muita melhora pode ser percebida pelo menos nas tentativas de se corrigir problemas como a fome e a miséria por exemplo, ou de ser possível ensinar sobre melhores condições de vida a todos que estão dispostos a aprender. Já no caso da violência, esta é convenientemente tolerada quando parte de "autoridades" ou dos “coitadinhos”, o que mostra a ignorância ainda presente em todos os filões de nossa sociedade que ainda consideram a violência como uma opção. Da mesma forma, apesar de alguma censura e manipulação da mídia ainda existir, já temos muito mais liberdade de expressão. Hoje, pessoas comuns podem ser ouvidas como nunca antes. Já buscamos como sociedade abraçar e acolher as vítimas de preconceito, por exemplo, já existe um consenso crescente no sentido de tratar esta questão trazendo mais luz aos mais resistentes em despertar.

Mesmo assim, a busca pela satisfação das carências e feridas que nos iludem da verdade de quem somos ainda prevalece. Através de nossas feridas, desejos e carências somos facilmente manipulados. Vou dar alguns exemplos: quem vota em um candidato a alguma coisa por promessas de viver sem nada produzir, por exemplo, não está votando com consciência, mas sim através de suas inseguranças, baixo amor próprio e pouquíssima ou nenhuma confiança na própria capacidade realizadora. Quem vota por se identificar com o gênero, cor, opção sexual ou a história da vida sofrida do candidato, por exemplo, não está votando com consciência, mas sim através de suas feridas ainda não curadas e identificação com seu corpo de dor. Quando estamos livres de imagens, mágoas, tristezas, culpas, medos ou carências, nossas escolhas são conscientes e não visam questões pessoais, desforra, preenchimento ou punição, tampouco nos manter em zonas de conforto, mas sim o bem comum e o respeito a todos. 

Então pergunto, quem está fazendo as escolhas por nós?  Somos nós mesmos ou são nossas feridas? O que motiva nossas opiniões e ações, é a pura criatividade e expressão do ser ou são medos, raivas e necessidades de alívio, aceitação e preenchimento?

Um julgamento, opinião ou ponto de vista se originam em nosso chakra frontal através de comparações e análises baseadas em um banco de dados, simples rótulos que passamos a vida catalogando, aceitando, acreditando ou mesmo imitando de outras pessoas. Estes pontos de vista atuam como programações que através do mecanismo mental criam raízes energéticas passando por nossos corpos mental, emocional, etérico e finalmente chegando ao físico. Cada julgamento energizado logo começa atrair em nosso subconsciente mais julgamentos para embasá-lo e torna-lo real. Dizemos então “isso é verdade por causa disso, disso e disso”, sempre buscando no mundo externo pontos de vista que validem nossas programações. Ou seja, acreditamos que uma ideia e opinião são reais por causa de outra ideia, outra e mais outra também. 

Tudo isso ocorre em nossa imaginação, reais apenas em nossa mente. Dessa forma, a ideia profundamente enraizada chega ao corpo físico, o que dá ainda mais a sensação de ser real. É assim que criamos nossas doenças e limitações, por exemplo. Sentimos na pele, músculos e principalmente em nosso aparelho digestório, reprodutor e excretor (chakras gástrico, sexual e básico) os impulsos elétricos de nossos corpos sutis nos transmitindo o teor de nossas crenças e julgamentos em tempo real, assim como a maneira previamente analisada e rotulada com que absorvemos o mundo. Acreditamos ferozmente em nossos pensamentos, emoções e sofrimentos em geral. O mesmo acontece com nossas paixões, afinal, quantas “almas gêmeas” já não passaram por nossas vidas? A sensação de realidade que construímos como resultado de nossas interpretações é o que vemos no mundo, usando nossos olhos como projetores e não mais como puros receptores.

Por isso enquanto atuarmos apenas na dualidade, não haverá saída. Enquanto perseguimos uma imagem de perfeição e julgamos a vida comparando a nós mesmos e a tudo com ela, qualquer escolha que façamos estará apenas reforçando a ilusão que acreditamos ser, assim como as limitações que acreditamos ter. Querendo e comparando, continuaremos vivendo baseados no alívio de nossas feridas e carências, desconsiderando totalmente a perfeição inerente à individualidade e livre expressão de cada um. 

Chega um tempo que de tanta informação que já temos e recebemos, persistir em determinado caminho não é mais ignorância, é por pura escolha. E apesar de às vezes termos que nos esforçar para aceitar a escolha inconsciente de alguns de viver na pobreza, no desrespeito, na maldade, no ódio a si mesmo e à vida, é preciso mais esforço ainda para entender àqueles que tudo tem para estarem bem, mas insistem na ilusão. Insistem em descarregar suas raivas e carências nos outros, em obrigar seus cônjuges e filhos a seguirem suas crenças e opiniões, a buscarem uma posição de poder e controle através do autoritarismo, da política ou religião, a fazerem sucesso a qualquer custo etc. etc... Então, o que estamos esperando para nos libertarmos de tudo isso? Podemos escolher algo melhor agora?

Simplificando: quem somos nós sem toda essa ilusão? Quem somos nós livres de nossas histórias, nossas feridas, crenças e imagens que inventamos de nós mesmos? O que “o verdadeiro você” escolheria agora? Alguém aqui já vive unicamente através do coração? Então como ousamos ainda julgar a nós mesmos ou a alguém com nossa opinião? 

Enquanto na inconsciência e distanciamento de nosso verdadeiro eu, há uma boa postura a se seguir: na Criação somos todos diferentes e portanto devemos conviver uns com os outros em paz, harmonia e aceitação, assim como também somos todos iguais, não havendo um só indivíduo melhor que o outro, nem uma família melhor que a outra e, principalmente, ninguém com o direito de fazer as escolhas por cada um de nós.

Já no coração a vida é livre de aprisionamentos, limitações e de erros, pois neste nível não existe mais certo e errado, apenas escolhas e contemplação. Também não existem mais invasão ou desrespeito, pois a paz e a plenitude já são presentes em cada um. A vida através do coração é o puro amor e aceitação, recebendo a vida sem julgamentos e com tudo de melhor que fomos Criados para ser. Isto é consciência, isto é liberdade, isto é unidade. O resto é ilusão.

Namastê!

Rodrigo Durante
www.rodrigodurante.com.br

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Realizando nossos desejos - superando o mecanismo da falsa liberdade que escraviza

Imagem: Illusory Freedom, de Roma Kalani,
Mumbai, India, 2013. Thank you Roma!
Quem nunca se interessou pelo estudo da Lei da Atração que atire a primeira pedra! E quem nunca distorceu um ensinamento simples e puro para se adequar às necessidades de seu ego de manter-se protegido e imutável em uma zona de conforto ou já é um Mestre Ascenso ou é um bebê ainda.

A busca pela felicidade na civilização atual é recheada de atalhos perigosos, uns prometem satisfação instantânea sem avisar da insatisfação que virá logo a seguir, já outros mais conscientes também não estão isentos das armadilhas que nosso próprio ego nos faz cair. Nessas, até a espiritualidade e consciência podem ser forjadas por uma imagem mental do que a realização representa para nós, nos desviando da pureza da Presença que é o único caminho a seguir.

Houve um tempo quando, estimulado por realizar meu sonho de vida, andava tão focado em minhas metas que vivia em um senso de dever totalmente fora de minha Presença, que me tirava a graça de estar aqui e viver o que quer que fosse diferente daquilo que eu perseguia. Com meditações constantes e o estudo da espiritualidade sempre presente, tinha a impressão de estar correto em minhas ações. Porém, persistindo em certos caminhos o mau humor me dominou. Havia uma tensão sempre presente que me impedia de relaxar em meu coração e aproveitar a vida, apenas pelas coisas não serem como eu as tinha idealizado. Cheguei ao extremo de me irritar e não atender ao telefone quando espontaneamente tocava, pressentindo que não acrescentaria nada ao que tinha escolhido conquistar. É o cúmulo da limitação mental autoinfringida, fechar-me ao que acreditava que não se relacionava com meus objetivos. É o oposto da consciência que nada julga e tudo aceita, testemunhando calada aquilo que É. 

Dei graças à minha namorada que me despertou disso: me dizendo o que eu precisava ouvir, me trouxe à realidade de que eu caí numa armadilha do ego e vivia a infelicidade de não ter o que queria conquistar. Mostrou-me que há tempos eu já criava a partir minha essência, apenas ainda não havia abandonado alguns velhos hábitos e limitações. Estava inconscientemente criando aquele momento desagradável porque queria, não por falta de alternativas. Convenci-me. Dormi então tranquilo, contente e satisfeito. O momento era perfeito, a alegria estava em meu lar, na consciência de tudo de bom que já realizei e nas infinitas possibilidades que o universo sempre tem a nos apresentar.

Porém no dia seguinte acordei novamente estranho. “Por que não estou bem como fiquei ontem”? Alguma contrariedade no café da manhã e já me estressei. A irritação já estava presente internamente e agora se aproveitava de situações externas para ser validada, porém com grande esforço ainda pude percebê-la de fora e observá-la. "O velho Rodrigo ainda está aqui", pensei. Tomei o café que já não saiu como eu queria. "O que me deixa tão irritado? Achei que tinha me curado disso, por que isso ainda me acompanha?" Perguntava às partes superiores de meu ser.

E foi então que recebi uma “dica” de alguém, aquilo serviu como gatilho e uma grande “tempestade em copo d’água” se precipitou. Me senti ali o fantoche, o que só trabalha e se conforma enquanto os outros dizem como minha vida tem que ser. Percebi na hora que este sentimento ruim de me sentir obrigado a seguir o que dizem era algo de outras encarnações e que me acompanha nesta vida desde pequeno, assim como a raiva que o sucede. Percebendo que se tratava de uma cura, parei então para respirar, silenciei a minha mente para não criar mais bobagens e me observei. "O que está acontecendo? O que está me causando tanto mal estar?" E foi então que percebi o local de origem do mal estar, a região interna perto do umbigo subindo do básico, “um segundo chakra inflamado”, brinquei. Foquei nesta sensação e compreendi que eram as raízes emocionais de um velho mecanismo mental. Apelidei-o de "a falsa liberdade que escraviza". Ele existe há eras na experiência humana.

É um mecanismo do ego e seu correspondente aspecto de personalidade que necessita escolher e decidir cada aspecto de sua vida como forma de se sentir no poder, no comando de seu universo, simulando assim uma sensação de liberdade conforme acreditada nos dias de hoje. Quando ele não está escolhendo aquilo que se apresenta a ele naquele momento, está rejeitando a vida, causando infelicidade, insatisfação, resistência e mal estar, para que assim perpetuemos na busca de algo e o alimentemos com mais e mais desejos, garantindo a sua existência. “Quero isso, isso e aquilo”, “quando tiver tal coisa serei feliz”, “aquilo me fará realizado”, “este é meu ideal de vida”, ou "a vida é uma droga, não consigo nada que quero", "sou um escravo do sistema", "vivo para satisfazer os outros", “nada é como eu gostaria” são pensamentos comuns a quem vive preso neste mecanismo. Ele é totalmente contra a aceitação e a entrega. Esta liberdade simulada está associada ao ato de escolher, não a aceitação incondicional do momento presente que traria paz e bem estar em qualquer situação, permitindo assim que estejamos abertos, em equilíbrio e harmonia em qualquer momento e condição que a vida nos traz. Esta é a verdadeira liberdade, não ser escravo de nenhum mecanismo ou julgamentos. É isso que baixa nossas barreiras e nos resgata à Unidade com tudo o que há.

O sofrimento vem de querer o que não se tem e é potencializado quando lutamos para conseguir aquilo, quando cheios de esperança nos frustramos. O próprio querer associado à condição de se ter, ser ou realizar algo para ser feliz já é resultado de uma carência, de uma programação ilusória de necessidade e falta.

Assim, para aquele que se acredita espiritualizado, este mecanismo disfarça-se numa máscara de aceitação, faz listas de gratidão para conseguir aturar aquilo que está lá mas que ele não escolheu, tentando assim transcender a "sisudice" daquele que busca incessantemente realizar seus objetivos e não consegue mais aguentar o aqui e agora que nada se assemelha à imagem mental inventada, tão perto e ao mesmo tempo tão distante de sua meta final, de sua conquista. Reforça então o foco no que já tem e está lá, inventando uma gratidão exaltada para amenizar a dor de não possuir ou atingir mais e mais aquilo que almeja, infinitamente.

Digo que o ego é sorrateiro e assim o é mesmo no caminho da cura. O ego espiritual no controle cria versões mentais da consciência que almeja. Dessa forma, buscando então a sentir gratidão unicamente para conseguir seus objetivos, cria mentalmente a carência de algo que já tem, focando no que já se possui e dizendo para si que aquilo é o que ele agora quer. “Veja, sou feliz porque tenho isso”, afirma em seu inconsciente. Assim enganamos nossos mecanismos baseados em carências e limitações, perpetuando no vício mental que todo mecanismo gera. É como emagrecer substituindo alimentos muito calóricos por sua versão light, enquanto o mau hábito do glutonismo e suas respectivas causas como feridas, moldes, programações e aspectos de personalidade continuam lá. Camuflamos então o mecanismo, mas continuamos escravos de seus desejos e sede de poder. Ser grato pelo que já temos é o mesmo que aceitação e contentamento, não é exaltação.

Esta dor ou sofrimento, no entanto pode ser o caminho para nossa libertação. Enquanto não paramos para senti-la e compreender sua causa e como a criamos, não nos desligamos dos mecanismos que nos escravizam. O simples fato de percebermos o hábito já é a sua cura. A luz ou insight que buscamos ocorre quando em humildade aceitamos a limitação, abraçamos o sofrimento e assumimos a responsabilidade por ele. Insistir na realização externa só nos mantém presos neste ciclo de perdas e frustrações, cujo propósito é exatamente finalmente abandonarmos o que nos faz sofrer e voltarmos nossa atenção ao nosso interior, o caminho de volta ao Lar.

A aceitação do momento presente e o desprendimento dos próprios pensamentos torturantes que nos impelem a ser, ter ou fazer algo diferente do simples aproveitar consciente, do "estar aqui", já é o próprio ser, sendo. Estar presente não requer escolhas, a Presença é o ato natural da consciência, ela não é manifestada exteriormente, é apenas o ser. A partir daí quando não há mais dor, não há mais remédio a se buscar. O sofrimento é sinal de que estamos criando uma necessidade artificial dentro de nós, algo que sem sua existência a paz já prevaleceria. 

Existe uma inteligência superior em cada ser que nos dirige, outra mais elevada ainda que nos Unifica e a tudo orquestra, sincroniza... Quando estamos presentes, entregues, servindo e em paz, podemos dizer que estamos alinhados com o propósito de nossa alma. Neste ponto tudo o que o universo nos apresenta faz parte de nosso caminho; a única escolha necessária então, ainda que rara, é resistir ou permitir. Digo rara porque, afinal, quem é que conscientemente escolheria resistir? Resistência é igual à inconsciência.

Sobre atrair o que desejamos, é nosso direito Divino para esta experiência vivermos a vida a partir de nossas escolhas. Nossa vontade manifesta-se a partir de diversos pontos ou frequências vibratórias de nosso ser, podemos chamar isso de níveis de consciência. Existe então o desejo da alma assim como existem os infinitos desejos dos inúmeros aspectos de nossa personalidade embasados nos diversos níveis de consciência. Todos fazem parte do nosso caminho e todos de uma maneira ou de outra nos levarão à consciência de quem verdadeiramente somos, quer sejam satisfeitos ou não. Seja em uma só encarnação ou em inúmeras, só nossa alma sabe o caminho que traçou para si e o quanto de tempo precisará em cada experiência. É a alma quem traça o caminho Maior, as personalidades só podem aceitar ou resistir e fazem isso através do desejo.

Assim, existem pessoas nos mais variados níveis de consciência encarnadas neste momento, cada uma com seus pontos de vista, suas verdades e seus objetivos de vida validando suas crenças em experiências, trilhando o caminho da alma e perseguindo os desejos da personalidade também. Inclusive podemos atuar em cada momento a partir de um nível, já que ainda temos assuntos e aspectos de personalidade em diversas frequências para curar. Por esta razão, no mesmo momento em que são criados, muitos desejos já têm como destino a vitória e satisfação e outros certamente acabarão em frustração e fracasso, todos como parte do aprendizado de cada um. Não é sinal de vitória conquistar tudo o que se deseja, assim como não é sinal de evolução viver na negação da realização das próprias vontades. Poder ter tudo ou ter nada podem ser também uma fase de um aprendizado, uma experiência que uma alma quer. Se este for o caso, não importa o que a personalidade almeje, a vontade da alma prevalecerá. É por isso que existem pessoas que nascem já com a vida ganha, outras que nascem na miséria, tudo experiência de alma. Não há regra para isso e, neste sentido, dizer que algo é certo ou errado é basear-se em um nível muito baixo de consciência, onde os dogmas e a ignorância das dimensões superiores de nosso próprio ser ainda se fazem presentes traduzidos como obrigações para se chegar a algum lugar. Na realidade de nosso Eu Superior, somos sempre um com tudo o que há, não há riqueza maior que esta.

No geral, se o desejo não for destrutivo para nós ou para os outros, não invade a liberdade de ninguém nem viola as leis universais, não há porque não se realizar. O desejo é um forte ponto de atração magnética que, quando livre de programações adversas e sustentado com um mental puro e receptivo, permite que o mundo se transforme. Assim, o universo atende à nossa solicitação. O mundo que vivemos é nossa criação e todos temos o direito de transformá-lo, não há lei ou punição Divina contra isso. Lembrando apenas que, do ponto de vista de um mental puro, quanto mais consciente formos, menos necessidade de alteração teremos: a perfeição já será reconhecida em toda a Criação. 

Outro ponto a observar é que aquilo que criamos é responsabilidade espiritual de cada um e, como observamos neste momento, a destruição que causamos ao planeta é o fruto dos desejos inconscientes de cada um de nós individualmente e de todos como civilização. Sejamos então conscientes e, ao invés de incentivarmos os desejos, trabalhemos com nossa intenção. A intenção pura que parte do coração trabalha com as partes superiores de nosso ser e em sintonia com o propósito de nossa alma, trazendo mais facilmente à nossa realidade as curas, alinhamentos e condições necessárias para realizá-la. É através da intenção de nosso coração que expressamos a criatividade, a sagrada e exuberante “atividade de criar”!

Vale lembrar também que quanto maior for a diferença entre nossa condição atual e aquela que queremos chegar, maior será a transformação vibratória e consciencial que teremos que passar. Inventar sentimentos como técnica de atrair coisas não funcionará, apenas consciência, foco e um estado constante de aceitação sem julgamento nos ajudarão. 

Insistam e perseverem com a certeza de que conseguirão, mas peguemos leve, lembremos sempre de que tudo e todos aqui somos sagrados e que não temos que ir a lugar nenhum. O que importa é o amor e paz no coração.

Namastê!

Rodrigo Durante
www.rodrigodurante.com.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Acessando novas possibilidades e transformando a sua vida

Conscientes ou não, cada um de nós vive em sua própria bolha. Criamos uma barreira energética em volta de nós cheia de teorias, crenças e programações, imagens, julgamentos e pontos de vista sobre tudo e todos com as quais enxergamos a nossa realidade. Dizemos fulano é assim ou assado, eu sou assim ou assado, a vida é assim ou assado e por aí vai, sempre baseados nas crenças e programações que nós mesmos aceitamos como verdades e solidificamos nesta barreira energética que sustentamos entre nós, o mundo e a vida em geral. 

Além desta barreira é como se nada existisse, é o limite da consciência que cada um se permite ter. Quando buscamos uma solução para um problema, é dentro desta bolha que insistimos em encontrá-la, trazendo-nos cada vez mais a sensação de patinar sem sair do lugar, já que não permitimos nada de novo entrar, apenas mais do mesmo mas sob um ponto de vista diferente. 

E assim a maioria das pessoas levam a vida, dando um duro danado diariamente mas com avanços mínimos, ou até mesmo nulos. Em algum momento ela sente que já fez de tudo e vê-se sem saída, é quando usa um artifício chamado “esperança” para conseguir mais forças e continuar em sua desgastante rotina. 

As crenças que usamos para determinar a nossa verdade, o nosso Eu e assim a nossa realidade, nos planos energéticos mais sutis se solidificam e bloqueiam o perfeito fluxo que nos traria as soluções “milagrosas” ou “fora da caixa” que verdadeiramente buscamos. Porém é difícil para quem está vivendo este ciclo de aprisionamento que se auto reforça a cada nova verdade assimilada perceber e sair dele sem que esteja em seu “repertório de crenças” algum caminho libertador para sua consciência aprisionada, ou mesmo sem que receba alguma ajuda externa para isso. 

Neste ponto as religiões ocidentais também não ajudam, pois libertam ou curam algumas feridas ao custo de apenas expandir um pouco a antiga bolha de outrora ou, no máximo, de sorrateiramente criar outra. Novas crenças, novas obrigações, novos limites, mas desta vez ainda disfarçados de algo sagrado e de veracidade incontestável. 

Isso ocorre porque cada afirmação que definimos como nossa verdade é um limite para as infinitas possibilidades que o Universo nos oferece. Pensar “fora da caixa” requer um rompimento forte e determinado com os limites da própria consciência. É fora de nossa bolha que está a mudança de vida que buscamos, o tempo para nós que precisamos, a abundância infinita, a felicidade irrestrita, a facilidade de se viver em um constante fluxo de sucessos que fazem cada momento de nossa vida valer a pena. 

A consciência pura não julga, não condena, não rejeita, não limita as pessoas ou acontecimentos às interpretações baseadas em seu repertório de conhecimento, ela apenas testemunha o momento presente, permanecendo aberta para todas as possibilidades que o universo pode nos trazer. Este é o segredo dos Mestres e dos iluminados. 

Mas como fazer isso? Como não se prender em uma realidade limitada e de possibilidades restritas e previsíveis? Simples, sem julgar e sem “solidificar” nenhuma crença, apenas escolhendo entre um caminho e outro que forem surgindo já nesta nova energia ou intenção. Com o tempo, poucas ou nenhuma escolha será necessária, pois aquilo que aparece já está tão alinhado com o Ser que já é a escolha que faríamos. Neste ponto nossa escolha se torna apenas em como aproveitar aquela oportunidade que já apareceu, como melhor desfrutá-la. 

Existe no entanto uma particularidade daqueles que trilham o caminho da iluminação: quando nos deparamos com os limites de nossa consciência, reparamos que conseguimos facilmente transcendê-los ou obter as respostas que buscamos quando conseguimos elaborar as perguntas corretas. Enquanto perguntamos esperando uma resposta dentro daquilo que conhecemos permanecemos presos ou limitados, porém quando elaboramos uma pergunta expansiva que permite uma abertura para as infinitas possibilidades, temos todo o Universo como resposta! Assim as antigas crenças e limites se dissolvem, aos poucos enfraquecendo as barreiras que nos separam do encontro com o todo e de nossa realização. 

As perguntas são tão eficientes que podem ser usadas para nos direcionar e atrair a energia e vibração daquilo que desejamos, permitindo também que direcionemos a “limpeza” e desprogramação de nossos limites nas áreas que escolhemos trabalhar primeiro. Não são “aformações” ou “afformations”, como alguns já podem ter conhecido através de Noah St. John, são perguntas simples e fáceis de se fazer, seguidas de um comando para que aquela energia atraída se dissolva ou o contrário, para que se dissolva tudo aquilo que impede que o que queremos se realize. 

Sananda (Jesus) trata destas limitações com uma simples frase: “que volte para no nada de onde você veio”, para nós, existe uma outra técnica ótima para fazer isso. 

Após atuar alguns anos como Terapeuta Multidimensional, acrescentei agora em meus atendimentos as “Barras de Access”, além de também me tornar facilitador do curso. A aplicação das Barras é uma ferramenta que facilita a liberação de 5.000 a 10.000 anos de programação mental que usamos para construir as barreiras que nos separam de nossa realização. São toques sutis em determinados pontos da cabeça que permitem que estas programações sejam simples e facilmente esvaziadas, facilitando que nos libertemos do aprisionamento em pensamentos cíclicos, que sintamos mais paz e alinhamento com o momento presente, maior silêncio interior, que restauremos nossas capacidades de autocura e dons de nossa alma, que aumentemos nosso fluxo de criatividade, que sintamos maior bem estar físico e disposição, que possamos reduzir a energia que gastamos mentalmente sustentando autoimagens e pontos de vista, além de abrir o espaço necessário para que todas as possibilidades do Universo se abram novamente para nós. 

No curso nós fazemos diversas perguntas e desprogramações para nos libertarmos de nossas limitações, além de cada um aplicar e receber duas vezes as Barras da Access. Após uma sessão de Access Bars tanto o aplicador como quem recebe saem mais leves e serenos, deixando para trás muitos incômodos que simplesmente deixam de existir. No curso todos receberemos e também aplicaremos duas sessões, o que trará uma mudança já bem mais perceptível do que as Barras são capazes de fazer em nossa vida. Assim, além da pessoa já sair do curso se sentindo melhor, sai também com capacitação internacional em aplicação das Barras, podendo ajudar aos amigos, familiares, companheiros ou mesmo atuar profissionalmente. 

Grande parte das pessoas que encontram a Access são aqueles que já tentaram de tudo e ainda sentem-se presos em algumas questões, encontrando nas Barras e na técnica de fazer perguntas e “destruir e descriar” as limitações uma maneira não mais de apenas reforçar suas esperanças, mas de efetivamente transformarem as suas vidas. 

É mudando nosso aqui agora que mudamos a nossa vida, não somente e apenas conquistando algo que queremos. Embora o Access também seja usado para nos direcionar para o que queremos, é nossa percepção de quem somos e do que acreditamos ser verdadeiro e que faz sentido para nós que manifesta nossa realidade, portanto é isso que temos que desprogramar para permitirmos a abertura para as infinitas possibilidades que o universo pode nos trazer. 

Como posso perceber este momento para me sentir muito mais feliz, grato, em paz e realizado? Tudo que não permite isso, podemos destruir e descriar? 

O que existe de tão bom aqui e agora que se eu perceber isso serei muito mais feliz? Tudo que não permite que eu perceba isso, podemos destruir e descriar? 

Que crenças, programações, julgamentos, pontos de vista, maquinações, mecanismos ou qualquer coisa que eu esteja usando que está desviando minha atenção de tudo de bom que já sou, já tenho e que sem isso eu seria e estaria muito mais feliz e realizado? O que quer que seja isso, assim como todas as causas e estruturas que usamos para sustentar e perpetuar nisso, podemos destruir e descriar?" 

Se sua resposta para estas perguntas foi "sim", provavelmente você já vem pedindo por uma solução de “fora da bolha”. Este pode ser então o momento para começar a se libertar de tudo o que limita sua felicidade e realização! Venha aprender como fazer isso de forma simples, fácil e muito gostosa de aplicar e receber. 

Para mais informações sobre o curso visite o link http://www.rodrigodurante.com.br/p/curso-de-access-bars.html ou entre em contato pelo t.multidimensional@gmail.com

Namastê! 

Rodrigo Durante

quinta-feira, 17 de março de 2016

Um outro olhar

Momentos inéditos os que estamos passando... Desrespeito, falta de compromisso, egoísmo e abuso de poder. A sensação de frustração e impotência pesa no ar. Mas de onde vem tudo isso? O que tudo isso representa? Que poder é esse? Qual a verdadeira influência que isso tem em nossa vida?

Tenho observado nos atendimentos de Terapia Multidimensional com certa frequência bastante ajuda dos seres da luz para que despertemos para a verdade de que somos os únicos criadores de nossa realidade, principalmente nos ajudando a nos libertarmos de laços, contratos e grilhões com antigas realidades extremamente limitantes onde éramos totalmente subjugados pelo medo e assim dominados pelos governos e igrejas da época.

Esta experiência vivida por milênios permanece atuante no inconsciente coletivo como um “controle supremo” que nos diz o que podemos e o que não podemos, o que é bom e o que é ruim, o que é possível e o que é impossível e assim por diante, independente das aspirações e impulsos da alma de cada um. Para a maioria das pessoas ainda existem forças capazes de privá-las de sua liberdade como os únicos criadores de suas próprias vidas, porém isso só ocorre por inconsciência das mesmas. Para o ser, esta postura mental a que nos submetemos é mesmo desrespeitosa, descompromissada, egoísta e abusiva, mas é exatamente assim que temos nos tratado a todo momento, vida após vida.

Existem no entanto pessoas conscientes e corajosas que já se libertaram deste padrão e vivem hoje uma vida livre, feliz e satisfatória. Elas prosperam e se realizam independente do que se passa externamente, pois vivem a partir de outros paradigmas. Elas são saudáveis independente do que comem ou de suas atividades físicas, seus corpos já manifestam aquilo que elas sabem que são. Elas sempre estão no lugar certo e na hora certa pois são o centro de suas vidas, permitindo sem apegos e amarrações que o universo as coloque onde tem mais a ver com sua sintonia e vontades mais elevadas. A ajuda que estas pessoas prestam ao coletivo vai muito além do que estamos condicionados a entender como ajuda, elas nos espelham vibratoriamente tudo aquilo que já somos mas não sabemos ainda, nos deixando disponíveis caminhos energéticos para que encontremos esta libertação em nossos corações também.

Reparem como todos temos um “juiz interno” nos assistindo atentamente, pronto para nos segurar, criticar, julgar, proibir e condenar, sempre baseado em crenças e opiniões que justifiquem suas posturas como sendo para “o nosso bem”, para nossa segurança ou proteção. É deste juiz também que vem a maioria das nossas autossabotagens e tragédias que acontecem em nossa vida, manifestadas através de mecanismos de resposta automática para eventuais acontecimentos que inconscientemente julgamos perigosos ou pecaminosos, indignos ou que vão nos desviar de nosso caminho. Existem pessoas tão inconscientes do que as motivam que não são capazes de perceber nem esta entidade psicológica ainda, simplesmente vivem suas limitações como se fossem coisas normais da vida, restritas a um pequeno universo de possibilidades com pouquíssimas chances de mudança.

Este “controle supremo” interno a quem demos deliberadamente o nosso poder, seja ele consciente ou não, é o que mantém seus representantes vibracionais em nossa realidade material na forma das igrejas manipulativas e dos governos tiranos que mandam e desmandam, prendem e ameaçam, sufocam os ímpetos criativos dos corações que anseiam por uma oportunidade de realização, tiram as oportunidades de crescimento pessoal, criam empecilhos e até punições para tudo o que aumenta as possibilidades das pessoas despertarem e se liberarem de seus esquemas e articulações. Em nosso caso, um governo que segura seu povo em níveis onde a sobrevivência ainda é a maior preocupação, garantindo que nossa consciência se mantenha no curto espaço entre nosso chakra básico e sexual. Trabalhamos para sustentar as questões do básico, festejamos para receber o alivio do sexual. Os poucos que se destacam chegaram até o plexo, porém ainda na mesma matriz de medo, preocupações com a segurança e com as possíveis faltas e dificuldades que a vida pode nos apresentar.

Dessa forma, pouco importam nossas demonstrações de revolta contra nossos governantes se internamente ainda nos submetemos à tirania de personagens fictícios que nós mesmos colocamos no topo da pirâmide desta matriz, deuses, entidades e instituições que julgamos serem capazes de decidir por nossas vidas em nosso lugar. Somos nós que decidimos nos limitar, nós manifestamos aqueles tiranos ali.

A obediência que historicamente as religiões e os donos do poder imprimiram em nossa consciência está em vias de ser rompida mundialmente e nós, os festeiros brasileiros, encaramos agora a responsabilidade que assumimos antes mesmo de encarnar. Infelizmente, como já tenho dito há algum tempo, o caminho do ser inconsciente é sempre através das frustrações. Só mesmo chegando no limite do sofrimento é que damos o braço a torcer e admitimos que um novo olhar sobre nós mesmos e a vida se faz necessário, abrindo-nos com humildade para pontos de vista mais iluminados. Até lá continuamos torcendo esperançosamente que algo “lá em cima” faça nossos planos darem certo e nos conformando com o circo e migalhas que nos oferecem e aceitamos como suborno para manter o silêncio de nossa alma.

Aprender a olhar para si mesmo como um Criador e assumir a responsabilidade pela própria vida envolve também saber que cada um vive sob o governo que merece. O que vibramos, apesar dos diferentes conceitos sobre como a vida deveria ser que cada um sugere, pode nos revelar que somos mais parecidos uns com os outros do que gostaríamos de ser. As crenças coletivas que atraem espíritos afins para uma mesma região e desafios similares ainda predominam no inconsciente de todos aqui.

Neste ponto, também não aprendemos ainda que somos todos um, ainda acreditamos na separação que criamos entre nós através de críticas, julgamentos, medos e falsas proteções. Achamos que “se eu resolver o meu problema, então está tudo bem... Se pagar impostos e resolver o problema da minha família, então já fiz a minha parte”... Mas não é bem assim. Como consciências, enquanto existir uma só pessoa vibrando no medo e na separação os problemas e dificuldades aparecerão na vida de todos. Por isso um desafio como o que aparece em nossa vida neste momento deve ser olhado com outro olhar, não mais procurando uma solução rápida que nos permita cada um voltar para sua zona de conforto, mas compreendendo que a reforma deve ser geral e começa dentro de cada um. Agora é o momento do “um por todos e todos por um”, é o momento de cada um arregaçar as mangas como pode e cuidar daquilo que fomos colocando de lado para ninguém ver, cegamente motivados pela crença de que devemos perseguir o sucesso pessoal apenas e quem não contribui com isso é vagabundo e não merece nosso respeito. Alguém já parou para pensar o que existe de ser de luz que encarnou para curar algum aspecto do inconsciente coletivo mas ficou preso em situações tristes e caóticas pela densidade do problema que encontrou aqui? O que verdadeiramente sentimos em nosso íntimo quando fechamos o vidro na cara de um morador de rua que pede nossa ajuda ou quando responsabilizamos o governo pelos que morrem sem atendimento nos hospitais? E quando no auge de nosso egoísmo vitimista e crença em nossa impotência enchemos a boca para criticar os ricos como se somente eles pudessem ajudar? Será que estamos mesmo tão certos quanto pensamos? Quantas crenças e filosofias inventamos para permanecermos fingindo que somos separados uns dos outros? Pois não somos, nunca fomos... E o sofrimento de cada ser vivo nos toca profundamente. 

Sendo assim, atenção a quem estamos dando nosso poder e em quem são os heróis e salvadores que estamos escolhendo, pois mantendo este padrão inconsciente de submissão mental a um poder regulador, serão apenas mais do mesmo, novos representantes para as mesmas restrições de consciência, liberdade e verdadeira realização, assim como tem sido em toda história do nosso planeta. O externo sempre refletirá o interno e a consciência sempre será o único caminho para a verdadeira libertação.

Na medida em que mais e mais pessoas despertam e ancoram mais e mais luz para o uso e expansão de todos, a frustração e rompimento com os antigos paradigmas tornam-se inevitáveis. O importante agora então é estarmos conscientes do que se passa internamente e ancorados em nosso amor para que a nova realidade que se revelará após esta sacrificada transição nos direcione para a melhor versão de nós mesmos, para a verdadeira liberdade e realização de nosso pleno potencial coletivo e pessoal.

Somos todos um.

Namastê!

Rodrigo Durante

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Todos somos Mestres

Com certa frequência paro de seguir pessoas que só postam dramas e negatividades e escolho ler artigos que elevem minha consciência e vibração, buscando assim exercer meu livre arbítrio e escolher conscientemente o universo onde quero estar. Porém dentre outros assuntos que vi esta semana, assisti também um relato de uma menina Alemã de 16 anos assustadíssima com a onda de abusos e preconceito às mulheres alemãs por parte dos refugiados islâmicos. 

Resolvi então escrever algo para organizar melhor meus sentimentos e tentar amenizar meu mal estar sobre o assunto, segue minha conclusão: 

Todos somos Mestres... Seres incríveis que escolheram as mais criativas formas de se iludirem e criarem os desafios mais mirabolantes apenas para se conhecerem e enfim se reencontrarem. 

As dificuldades como doenças, miséria, cataclismos e tragédias que nos submetemos são distorções tão grandes do amor Divino com o qual fomos Criados que só mesmo seres muito poderosos poderiam conseguir manifestar isso. Tudo isso para gerarmos os contrastes necessários para nos percebermos, como a tinta impressa deixa sua marca neste papel tornando possível sua leitura. 

Todos somos fragmentos do mesmo Criador, partículas do Todo, consciências individualizadas que retêm em si as mesmas características do próprio Criador. Enquanto na Unidade e sem uma Criação que nos refletisse, não sabíamos quem éramos. Éramos o Todo, o puro amor mas não nos conhecíamos, não percebíamos nossos diferentes aspectos, características e capacidades que possuíamos. Não tínhamos forma ou nada que pudesse nos contrastar para nós mesmos. 

Foi necessário então esta experiência onde criamos a ilusão da separação, onde pela primeira vez nos vimos como indivíduos, cada um com inclinações e características diferentes, destinados a criarmos cada um seu próprio caminho de autodescoberta. Por isso a diversidade é tão necessária para esta experiência, pois cada um representa um aspecto do Todo e do próprio Criador que precisa conhecer-se. Se existisse um só caminho correto, apenas uma pessoa no mundo já seria necessária para concluir esta experiência conhecendo-se completamente. 

Assim cada um de nós caminhou encarnação após encarnação para o limite desta ilusão de separação do Todo, impulsionados por nossa essência criativa a buscar a realização na matéria através dos limitados recursos do plano mental, que utiliza toda a energia que consegue reunir para simular uma falsificação de quem verdadeiramente somos com nossas características eternas, o Todo, o Uno, a Perfeição Original. Desta forma inventamos medos, vazios, carências, limitações e proibições para através de sua superação sermos capazes de reconhecer e vivenciar pelos sentidos materiais o nosso amor, a plenitude, a abundância e a liberdade. 

Toda esta trajetória teve um preço alto que foi o esquecimento, esquecemos de nossa origem Divina e de quem verdadeiramente somos. Nos aprisionamos em personagens tão limitados e sofridos que nos tornamos capazes de matar, roubar, torturar e até escravizar nossos irmãos Divinos para conseguir algo que acreditávamos que nos traria alívio, amor, dinheiro ou alguma outra forma de satisfação para uma dor ou carência que em Verdade nunca existiu. 

O mundo caótico de hoje é um grande cenário, palco onde Criadores esquecidos e iludidos lutam pela sobrevivência, sucesso, poder, aparências, relacionamentos, filhos ou seja lá qual for o ideal da moda nesta época. 

Somos tão criativos que até “Deus” inventamos nesta história para atuar conosco, Deuses implacáveis, condenadores e vingativos que punem severamente com o sofrimento eterno no inferno aquele que não obedecer à sua lei. É óbvio que esta lei não é do Criador mas unicamente nossa, afinal quem mais além de humanos sem consciência de sua origem Divina inventaria religiões tão limitantes, sádicas, machistas e preconceituosas? Quem mais imaginaria que o Criador precisasse que alguém aqui na Terra castigasse e até matasse seus semelhantes, partes dele mesmo em Seu nome? Claro que os autores e posteriores editores e manipuladores dos nossos livros ditos “santos” tinham o foco na Divindade e possivelmente boas intenções, porém o perfil psicológico da ilusão que viviam pode ser facilmente traçado a partir de seu conteúdo: pertencem ao sexo masculino mas não estão seguros quanto a própria masculinidade; não se aceitam como são e por isso comparam-se constantemente com os outros necessitando passar uma imagem “moralmente elevada” de si para a sociedade; duvidam tanto da própria fé e temem tanto a liberdade própria e alheia que precisam acabar com os ateus e com os seguidores de outras religiões para sentirem-se mais certos e seguros a respeito de si mesmos; são extremamente rígidos consigo mesmos e carregam muita culpa e autocondenação inconscientes, por isso são acusadores e condenadores implacáveis daqueles que não se torturam na busca de uma perfeição ilusória assim como eles próprios; sofrem de uma autorrejeição avassaladora e sentem-se tão mal consigo mesmos que acreditam-se desmerecedores, impuros e incapazes de serem amados como realmente são; tratam tão mal suas esposas e outras mulheres que precisam criar leis e costumes extremamente rígidos, humilhantes e violentos para punir a mulher que sequer cogitar viver uma história de verdadeiro amor e liberdade em suas vidas, aprisionando-as em papéis secundários e puramente de servidão obrigatória ao masculino em sua sociedade; de tamanha sensação de inferioridade apoiam-se no conhecimento da "palavra de Deus" e "bons costumes" para acreditarem-se superiores a seus semelhantes; pertencem às classes detentoras do poder que usam as igrejas e religiões para enriquecerem e controlar o povo e suas revoltas; não têm o menor escrúpulo ou peso na consciência que os impeçam de acusar, maltratar ou explorar outros seres humanos em benefício próprio. Tudo isso em “nome de Deus”, é claro. 

E as pessoas inconscientes que são de sua verdadeira grandeza, rezam como vítimas para que este Deus apiede-se de suas falhas e carências, fornecendo só mais uma migalhinha do amor e abundância que elas são e não sabem. Tudo parte do mesmo jogo de espelhos; sem saber, tanto manipulados quanto manipuladores estão jogando no mesmo time. 

Realmente só existe uma palavra para definir a realidade que criamos e vivemos atualmente, que é “insanidade”. 

Não importa o quanto o conhecimento seja libertador, a mente sempre arruma uma forma de usá-lo dentro de sua matriz, distorcendo as informações para adequarem-se à necessidade do personagem. Vou dar um exemplo: já cansamos de ler em artigos sobre a lei da atração e física quântica que somos os criadores da nossa realidade. Porém ao invés de entendermos que a realidade é uma ilusão, que a inventamos a partir de nossas crenças e programações mais profundas e que somos muito mais do que isso pois somos puramente consciências, nós focamos a partir desta informação apenas em criar uma realidade melhor para nosso personagem que ainda sofre inconscientemente na ilusão de estar separado do Todo, sofre suas carências e inferioridades, seus medos, culpas e limitações. O que poderia ser a luz que abriria as portas da mente para a libertação desta prisão formada por grades e paredes de ideias e esquecimento, torna-se mais uma forma de se conseguir o que quer ainda dentro da ilusão, mantendo-se na mesma matriz e agora ainda tentando a partir de outra técnica manipular o mundo externo para suprir nossas ilusões de carências e limitações que acreditamos cegamente ter. 

Esses dias participei de um workshop com uma empresária americana ensinando sobre estratégias de negócios. Concluí que não há diferença alguma em seguir seus ensinamentos ou seguir uma religião. Em ambos os casos estaremos fazendo o que acreditamos ser correto, o que nos promete mais segurança, conforto e o que nos salvará. 

Não importa se somos religiosos, divulgadores de frases prontas da lei da atração ou empresários, estando ainda iludidos com a fórmula mágica que nos trará uma fantástica recompensa e presos aos personagens limitados desta experiência terrena, não fazemos nada além de criarmos mais e mais maneiras para permanecermos iludidos na busca do sucesso que nos libertará da falsa miséria e separação que tão perfeita e magistralmente inventamos. Já que ilusão por ilusão é melhor se iludir rico no céu do que pobre no inferno, vá lá, tudo é válido e faz parte do caminho de criação de contrastes com nossa Verdade que cada um está escolhendo para si. De qualquer forma todos terão o mesmo fim, quando nenhuma centelha Divina poderá mais se dar ao luxo de chamar-se de vítima ou de acreditar-se executor da Verdade e a impiedosa desilusão será sempre a prova do Amor Maior que finalmente nos Despertará. 

A verdade não está escrita pois só pode ser sentida e somente quando ela surgir no coração de cada um é que seremos livres e retornaremos à perfeição original. O Despertar é a única maneira de curar este estado de loucura em si assim como qualquer mal que observemos no mundo e isso não acontecerá pelas mãos ou palavras de ninguém, mas apenas pela frustração e humildade daqueles que reconheceram a ilusão em seus caminhos. 

Namastê! 

Rodrigo Durante 
www.rodrigodurante.com.br

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Aceitando seu novo Eu

Queridos, bom dia! 

Tenho uma proposta a todos.

Este ano é fundamental para a mudança individual e planetária, é um ano de integração de nossos corpos de luz e assim tornar efetiva a nossa ascensão para um novo nível de consciência, liberdade e na forma de ver e conduzir nossas vidas.

Tenho feito este exercício comigo mesmo e percebido mudanças radicais em todas as áreas de minha vida. Assim, tendo certeza que funciona, proponho que todos o façam, aproveitando o momento de alinhamento planetário para começar a fluir nesta nova sintonia.

Nossa realidade é formada através do que acreditamos, não do que pensamos. Por isso pouco importa ficar repetindo frases ou visualizar aquilo que queremos se no fundo não formos capazes de acreditar naquilo, se inconscientemente tivermos crenças que dizem totalmente o contrário ou que vejam mal ou algum perigo naquilo que desejamos.

Portanto, o que diferenciará este exercício será nossa postura em como encará-lo e executá-lo. Devemos acatar estas sugestões como nossa verdade e para isso precisamos aceitar o fim de um ciclo e nos abrir para um novo paradigma como sugiro nas instruções. Este é o passo fundamental, assim como a sugestão de nos enxergarmos como verdadeiramente somos e nos amarmos incondicionalmente.

Minha proposta então é que comprometam-se consigo mesmos em fazer o que precisa ser feito para encarar e superar os ciclos e padrões limitantes que ainda os afligem e seguram a realização plena de seus potenciais. Se quisermos mesmo mudar algo em nossa vida, em algum momento todos teremos que arregaçar as mangas e por mãos à obra! Se estavam esperando algum sinal, o sinal é esse! E é muito fácil, vocês vão ver. Difícil é somente superar os medos e dar o primeiro passo.

Coloco-me à disposição para qualquer explicação e para ajudá-los com os atendimentos de Terapia Multidimensional. Um atendimento por mês já é o suficiente para uma boa mudança.

Qualquer dúvida ou comentário podem sempre me escrever!

Abs e Namastê!

Instruções:

Sentar em silêncio, sentir suas raízes saindo de seus pés e indo até o centro da terra. Fique nesta posição por alguns minutos apenas sentindo esta conexão.

Agora, eleve sua consciência ao seu coração e apenas sinta-o por mais alguns minutos.

Estando em paz, aceite profundamente que já deu o seu melhor e realizou-se o máximo possível em suas tentativas enquanto separado(a) de seu verdadeiro eu, em todos os aspectos de sua vida. Decida que você já encerrou seu período de experiências na limitação e que quer viver uma vida fantástica e plena, fazendo uso de todos seus potenciais e vivendo tudo de bom que você tem direito.

Converse consigo mesmo(a) e peça ao seu coração com fé para coordenar e realizar todas as curas necessárias para que você aceite esta nova realidade em sua vida, curando todos os antigos registros, pensamentos, crenças e programações, assim como todas as suas causas, restaurando a perfeição Divina em toda a sua vida, passado, presente e futuro desta linha de tempo, de realidades paralelas e de todas as dimensões.

Leia o texto abaixo com calma e em voz alta enquanto o grava em seu celular (use o aplicativo chamado “gravador” que já vem instalado, ou instale um gratuitamente). A cada vez que for ouvir sua gravação com seus fones de ouvido, faça esta introdução acima.

O texto nos sugere novas crenças mais empoderadoras e libertadoras sobre merecimento, autoestima, autoaceitação, autoconfiança e realização nas áreas mais comuns de nossa vida como saúde, relacionamentos, profissional e financeiro.

Se achar que deve acrescentar alguma frase correspondente aos seus sonhos de realização, faça isso. Esta é a quarta versão deste texto que eu escrevo, a quarta gravação que fiz. Você só terá este trabalho (10 minutos para acrescentar alguma frase e mais 10 para ler e gravar) uma vez. Esta é a mudança que você busca em sua vida, não tenha preguiça.

Em minha gravação este texto deu algo em torno de dez minutos de leitura. Ouço-a sempre antes de dormir. Como minha percepção já é bem treinada, sinto todos meus antigos padrões se “remoendo” em meus chakras e em diversos pontos de meus corpos inferiores (físico, etérico, emocional e mental). Percebo as transmutações e curas acontecendo instantaneamente. As crenças bem enraizadas vão desde o chakra frontal descendo pelos chakras inferiores e às vezes se enraizando até nossas pernas e canelas, em registros de medos e inseguranças de outras vidas, contratos etc.

É possível então que já na primeira leitura você rejeite algumas frases ou que nas primeiras vezes sinta alguns desconfortos em seu corpo, vergonhas, ansiedade ou vontade de parar de ler ou de ouvir. Isso se deve ao conflito entre seus antigos medos, registros, crenças e programações que estão profundamente registrados em você e esta nova realidade que quer ser e viver em sua vida.

Isso é bom, sinal que está fazendo efeito. Me escreve e vamos marcar uma sessão de Terapia Multidimensional para tratarmos estes velhos padrões, para uma boa faxina espiritual, energética, alinhamentos e proteções. Esta prática aliada à terapia é um ótimo presente que podemos nos dar. Os resultados são ótimos e uma grande paz e nova disposição podem ser percebidas logo no primeiro dia após a sessão.

Toda mudança começa internamente, então quanto mais você acreditar que já mudou sem buscar referenciais externos ou ficar se comparando insistentemente, mais rápido começará a perceber que estas coisas boas já estão em sua vida. Perceberá mudanças em suas atitudes, coisas que antes o(a) incomodavam passam a não ter mais importância. Aos poucos vai entrando em um novo ritmo e o fluxo da realização passa a fazer parte de seus dias. No meu caso, até a minha postura e o alinhamento de minha coluna melhorou. Então posso falar por experiência própria que aceitando uma nova verdade e eliminando as restrições conscientes e inconscientes sobre ela, a mudança em nossa realidade é instantânea.

Em meu site você poderá encontrar mais informações sobre a Terapia Multidimensional e como funciona a sessão. É www.rodrigodurante.com.br .

Tendo qualquer dúvida ou para marcar atendimento, meu email é t.multidimensional@gmail.com .

Fique sempre à vontade para me escrever!

Vamos às frases:

Eu me amo. Meu coração está aqui comigo. Eu estou aqui para mim.

Agora, todas as partes de meu ser entram em perfeito alinhamento com a Divindade purificando e reprogramando meus corpos físico, etérico, emocional e mental para a manifestação da Perfeição Divina na forma de amor incondicional, paz, saúde, alegria, segurança, conforto, riqueza, abundância e liberdade em todos os aspectos da minha vida.

Agora, dissolvo todo e qualquer pensamento, crença ou programação negativa e restritiva. Liberto e deixo ir meus medos e limitações. Eu sou um ser livre e ilimitado.

O passado está aceito, validado, perdoado, amado, curado e encerrado, eu o libero facilmente.

Eu me abro para novas verdades mais amorosas, saudáveis, autoempoderadoras, abundantes, ricas e libertadoras sobre eu mesmo, sobre os outros e sobre a vida.

Agora sei e afirmo que sou uno(a) com o poder da prosperidade do universo. Assim, prospero sempre e de inúmeras maneiras. 

Eu estou aberto(a) para tomar consciência de quem eu sou, curar o que for preciso, amar todas as minhas partes e fazer uso da totalidade dos meus dons e potencialidades.

Sou merecedor(a). Mereço tudo o que é bom. Não só uma parte, não só um pouquinho, mas simplesmente tudo o que é bom.

Mereço uma vida boa e satisfatória.

Mereço amor em abundância.

Mereço ter uma boa saúde, boa forma e condicionamento físico perfeito.

Mereço viver com conforto e prosperar.

Mereço alegria e felicidade.

Mereço paz e a liberdade de ser tudo o que queira ser.

Mereço ser ouvido(a) e ter o meu lugar no mundo.

Mereço mais do que isso, mereço tudo o que há de melhor!

O universo está mais do que disposto a manifestar as minhas novas crenças e transformar o meu mundo agora!

Aceito esta vida abundante com alegria, prazer e gratidão, pois sou merecedor(a). Eu a aceito e sei que já é verdadeira.

Sou grato(a) a Deus por todas as bênçãos que recebo.

Estou em paz com minha vida. Vivo no aqui e agora.

Tenho uma familia feliz, segura, amorosa e que sempre me apóia.

Eu amo a minha voz. É seguro me expressar e dizer a minha verdade.

Eu amo ser quem eu sou. É seguro e gratificante ser eu.

Eu amo meu corpo e meu corpo me ama. Estou em paz com meu corpo e minha sexualidade. Meu corpo irradia paz, amor, saúde, vigor, força, equilíbrio, pureza, beleza e masculinidade(feminilidade). Meu corpo é a perfeição Divina viva manifestada na matéria.

Sou perfeito(a) do jeito que eu sou.

Sinto-me cada vez mais saudável, bonito(a) e atraente.

Eu estou seguro(a) em meu corpo. Eu permito que me vejam como verdadeiramente sou.

Eu me liberto de todo e qualquer medo, culpa e vergonha de me expressar e ser quem verdadeiramente sou.

Eu me liberto da necessidade de agradar aos outros e de corresponder a expectativas.

Eu sou livre para ser eu mesmo(a) e seguir meu coração. Meu coração é o meu guia.

É seguro eu cuidar de minha própria vida, seguindo meus sonhos e meu caminho. A vida me alimenta, me ampara e me protege, me trazendo tudo o que eu preciso.

Eu assumo diante de mim mesmo(a) e do mundo toda a minha beleza, minha riqueza, meus dons e tudo o que eu sou.

Eu sou seguro(a) em todos os momentos e aspectos de minha vida. Estou em paz comigo e com o mundo. 

Eu permito e me abro para que as pessoas e oportunidades se aproximem de mim em paz e harmonia.

Eu sou feliz e bem sucedido(a) em todas as áreas da minha vida.

Eu sou a maior riqueza do universo agora manifestada em minha vida e em meu mundo.

Meu verdadeiro eu, lindo(a), radiante, empoderado(a), amável, bem sucedido(a), inteligente, criativo(a) e espontâneo(a) está agora brilhando e todo o mundo pode me ver brilhar!

Eu e o universo somos um. Vibro em perfeito alinhamento com todos os reinos da natureza, visíveis e invisíveis. As forças do universo e da natureza sempre se alinham para manifestar benéfica e honestamente os meus desejos.

Meu mundo é repleto de pessoas amorosas e que me apoiam.

Tenho uma vida muito rica e maravilhosa.

Sou dono(a) do meu tempo e de minha agenda.

Amo meu trabalho, sou muito bom(boa) e mundialmente reconhecido(a) pelo que faço.

Tudo ocorre perfeitamente bem em minha profissão.

Fecho muitos negócios (aqui coloque algo que tenha mais a ver com o que quer fazer) e sou muito bem remunerado(a) por eles.

Sempre tenho ideias criativas e prazerosas para por em prática.

Eu sou um gênio, eu sempre acesso e utilizo toda a minha sabedoria.

Eu posso fazer qualquer coisa na qual eu acredito. Eu tenho talento, habilidade e capacidade. O universo sempre me apóia e me recompensa. Tudo o que faço gera bons frutos!

Tudo o que eu desejo eu alcanço facilmente porque eu acredito que eu posso e eu mereço!

Eu tenho uma relação muito boa com o dinheiro. O dinheiro sempre está presente em minha vida.

O dinheiro vem até mim rapidamente, quer eu esteja trabalhando, dormindo ou me divertindo. Eu sempre tenho mais dinheiro que preciso e posso usá-lo como me convém.

Eu possuo uma ótima renda, frequente e segura, agora. Eu agradeço pelo aumento rápido e substancial em meus rendimentos financeiros, agora.

Eu sou grato(a) por tudo o que eu tenho; o que é visível e o que é invisível e que já me pertence.

Tudo o que há no universo é meu. Eu e o universo somos um.

Eu amo ser rico(a). Ser rico(a) é bom e me faz bem. Eu sou rico(a), próspero(a) e muito feliz!

Eu atraio dinheiro, ganho dinheiro, faço dinheiro, guardo dinheiro, gerencio o dinheiro e multiplico o dinheiro!

Além de meu trabalho, sempre recebo dinheiro de formas inesperadas.

Eu sou a abundância divina, a providência infinita e a riqueza livre e irrestrita fluindo em minha vida agora!

Tudo de bom chega fácil para mim. Eu atraio, eu aceito, eu recebo e eu agradeço!

Neste exato momento tem muito dinheiro na minha conta e já tem muito mais vindo honestamente em minha direção.

Tudo sempre dá certo em minha vida. 

Tudo o que me acontece sempre é útil para a minha realização.

Observo em paz, com amor e alegria a organização e sincronismos do universo para me trazer mais de quem eu sou.

Eu sou um ser maravilhoso. Toda minha vida material é o mais perfeito reflexo das partes mais elevadas e perfeitas de meu ser.

Eu sou único(a) e especial, assim como todos os seres.

Eu me amo, me aceito e me aprovo como eu sou. Eu tenho valor. Eu sou importante. Eu sou mais que suficiente.

Eu reconheço o amor de Deus e o sinto à minha volta, em mim e através de mim sempre. Eu sou amor.

Eu sou digno(a) de ser amado(a). Eu estou pronto(a), disposto(a) e aberto(a) para que o amor entre em minha vida. Me sinto seguro(a) em amar e em ser amado(a). É seguro, gratificante e compensador me amar.

Eu sou um ímã para experiências amorosas maduras, sadias e positivas. O amor sempre está presente em minha vida.

Eu sou a liberdade e posso escolher livremente meus caminhos.

Eu sou Deus conhecendo a si mesmo através de mim. 

Eu me permito viver a vida como um mestre de mim mesmo e de meu mundo.

Assim é e assim Eu Sou.

Rodrigo Durante.
www.rodrigodurante.com.br